A agência de multimídia Casulo Web Design assina o desenvolvimento dos websites da Mauro Munhoz Arquitetura e da cidade de Paraty (RJ), que vão ao ar neste mês de outubro.
O site oficial de Paraty traduz o folclore, as cores, as paisagens e a natureza locais. É um guia completo com dicas de gastronomia, arte e música, além de um mapa cultural com os principais ateliês, monumentos históricos e alambiques. Há ainda um calendário com datas de eventos, como a da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) e fotos do acervo da Fundação Casa Azul. A criação ficou por conta do designer Kiko Farkas.
Já o site da Mauro Munhoz Arquitetura transmite a simplicidade, a clareza e a integração com o meio ambiente presentes no trabalho do arquiteto e mostra seus projetos comerciais (Hamburgueria Nacional, Haras Polana e Ráscal), institucionais (Museu do Futebol no Estádio do Pacaembu e FLIP) e residenciais. A criação é do arquiteto Dárkon. Agência reformula seu site
Com novas tecnologias, a Casulo Web Design também reformulou seu website, que ganhou um ar mais arrojado e inovador. No portfólio de clientes, há desde personalidades, como o escritor Millôr Fernandes e o cineasta José Mojica Marins, até empresas como Braskem, UOL e Universidade Anhembi Morumbi. Em Propaganda e Marketing, a Casulo atende a Giacometti Propaganda, para a qual produziu o Hot Site Chá Verde Shefa.
A Casulo Web Design foi criada em 2000, por Eduardo Castello Branco, Diretor de Projetos Videográficos, e Bernardo Castello Branco, Diretor de Criação e Captação de Novos Projetos. É vencedora de diversos prêmios, entre eles o Melhor Agência no I Best 2003. Em 2006, a empresa associou-se ao jornalista Roberto Miller Maia e lançaram a produtora de podcasts e videocasts Pode!.
Fichas técnicas Cidade de Paraty
Desenvolvimento: Casulo Web Design
Criação: Kiko Farkas
Conteúdo: Fundação Casa Azul
Mauro Munhoz Arquitetura
Desenvolvimento: Casulo Web Design
Criação: Dárkon
Conteúdo: Fundação Casa Azul
A Agência Pode! assina a produção dos podcasts e videocasts que foram lançados no site da campanha Fiat 30 anos. Com direção de criação de Roberto Miller Maia, as novas mídias serão atualizadas durante oito semanas consecutivas e falam de otimismo em relação ao futuro, de acordo com os registros em forma de texto, vídeo e áudio deixados por internautas no site da campanha, criada pela Agência Click.
A Agência Pode!, especializada na produção de podcasts e videocasts, foi criada em janeiro de 2006 e oferece soluções rápidas, criativas e com qualidade para os segmentos corporativo e de personalidades. Além de Roberto Miller Maia, a agência tem como sócios Bernardo Castello Branco, diretor de projetos, e Eduardo Castello Branco, diretor de tecnologia.
Customização
Podcast é um arquivo digital com uma mensagem sonora, geralmente em formato mp3. O termo surgiu em 2004 da combinação das palavras iPod (tocador de mp3 da Apple) e broadcast (transmissão de um evento para um grande número de pessoas), quando o uso da tecnologia RSS (Really Simple Syndication) tornou-se popular.
Essa tecnologia permite ao usuário, após escolher seus podcasts favoritos, ter uma seleção de informações customizada e saber quando elas foram atualizadas. A escolha é feita em um agregador (programa como iTunes e iPodder), que necessita ser instalado no computador do usuário, e faz o download de novas versões automaticamente. Os podcasts ficam então armazenados para serem ouvidos quando, como e quantas vezes o internauta quiser e na plataforma que lhe for conveniente (computador, tocador de mp3, celular, cd, etc).
“A informação digital já existe há muito tempo, mas estava dispersa pela internet. Com o RSS e o agregador, os dados são reunidos de maneira prática e o usuário fica sabendo quando foram atualizados, o que é o mais interessante desta novidade”, comenta Maia.
As aplicações do podcast são inúmeras. Ele serve, por exemplo, de base para a rádio digital: “A rádio do futuro será aquela que você monta de acordo com sua conveniência, selecionando músicas, entrevistas e programas favoritos, colocando-os numa seqüência e ouvindo quando quiser”, esclarece Maia. Outra questão fundamental para o futuro do rádio é que os programas se tornam eternos ao serem arquivados: “Entrevistas e outros materiais riquíssimos não serão mais perdidos. Isto não é o que acontece hoje com a rádio convencional, que praticamente só é ouvida no momento em que é transmitida”.
Outras áreas, como a do ensino, também ganham inúmeras possibilidades com o podcast. O aluno poderá ver uma aula que perdeu por meio de um arquivo fácil de acessar e com todo o conteúdo transmitido em sala de aula. No mercado corporativo, servirá para palestras motivacionais, cobertura de eventos, comunicações internas, vinhetas, audiobooks, jingles e entrevistas. É também uma nova mídia a ser explorada pelas agências de propaganda, que podem utilizá-la para lançar produtos e até direcionar verbas de clientes para o patrocínio de programas de rádio digitais.
O podcast já está sendo utilizado por grandes empresas dentro e fora do Brasil, como IBM, Absolut, Virgin, Oracle, Heineken, Volkswagen, Purina, Nestlé, Roche, GM e Kaiser. “Essa tecnologia será cada vez mais freqüente na vida das pessoas e logo entrará de forma automática no cotidiano do internauta, como aconteceu com a própria rede”, acrescenta Maia. “Graças a essa automação, o podcast será utilizado em grande escala.”
“O crescimento será muito rápido”, acredita Bernardo. “Só nos EUA 35 milhões de MP3 players já foram vendidos e existem mais de 12 milhões de usuários do programa iTunes. Aqui já foram comercializados 2,8 milhões de tocadores, 15 mil podcasts pessoais e corporativos foram transmitidos e existem dois milhões de ouvintes”, continua. “A informação sonora é mais fácil de ser digerida, já que pode ser ouvida enquanto você trabalha, dirige ou pratica esportes.”
A Pode! também produz videocasts, um podcast em forma de vídeo que começa agora a dar seus primeiros passos no Brasil.
Agência Pode!: Roberto Maia, Eduardo e Bernardo Castello Branco
Uma nova produtora de conteúdo para podcast acaba de entrar no mercado. Batizada de Pode!, oferece soluções rápidas, criativas e com qualidade voltadas para os segmentos corporativo e de personalidades. A equipe da Pode! traz na bagagem o diferencial de ter trabalhado com música e produção de rádio, TV e mídias digitais. “Nossa experiência artística favorece o trabalho com podcast, que nada mais é que a união de tecnologia e arte”, afirma Bernardo Castello Branco, diretor de atendimento da empresa. Responsável pela direção de criação, o jornalista Roberto Miller Maia é quem faz o tratamento estético e sonoro das mensagens: “Usamos toda linguagem necessária para que o podcast seja útil, rápido e divertido de ser ouvido”, explica. Completa o time o designer multimídia Eduardo Castello Branco. Como diretor de produção, cuida para o que arquivo final tenha a melhor qualidade possível.
Bernardo e Eduardo são irmãos e também sócios da premiada agência Casulo Web Design, onde desenvolvem websites e serviços online e multimídia para artistas e empresas. Entre os prêmios recebidos estão seis iBest para o portal do jornalista e escritor Millôr Fernandes. Decididos a ampliar o negócio, chamaram Maia, que também é jornalista, para fazer parte da sociedade: “Tínhamos contato com ele desde a época em que era diretor artístico da Brasil 2000 FM. Em junho de 2005, Maia já estava fazendo e colocando seus podcasts pessoais na rede. Tivemos a idéia de unir nossa estrutura, conhecimento e network com a dele, que além de ser um profissional reconhecido no meio musical e jornalístico, é um dos maiores pesquisadores e colecionadores de música do Brasil”, diz Eduardo.
Customização
Podcast é um arquivo digital com uma mensagem sonora, geralmente em formato mp3. O termo surgiu em 2004 da combinação das palavras iPod (tocador de mp3 da Apple) e broadcast (transmissão de um evento para um grande número de pessoas), quando o uso da tecnologia RSS (Really Simple Syndication) tornou-se popular.
Essa tecnologia permite ao usuário, após escolher seus podcasts favoritos, ter uma seleção de informações customizada e saber quando elas foram atualizadas. A escolha é feita em um agregador (programa como iTunes e iPodder), que necessita ser instalado no computador do usuário, e faz o download de novas versões automaticamente. Os podcasts ficam então armazenados para serem ouvidos quando, como e quantas vezes o internauta quiser e na plataforma que lhe for conveniente (computador, tocador de mp3, celular, cd, etc).
“A informação digital já existe há muito tempo, mas estava dispersa pela internet. Com o RSS e o agregador, os dados são reunidos de maneira prática e o usuário fica sabendo quando foram atualizados, o que é o mais interessante desta novidade”, comenta Maia.
As aplicações do podcast são inúmeras. Ele serve, por exemplo, de base para a rádio digital: “A rádio do futuro será aquela que você monta de acordo com sua conveniência, selecionando músicas, entrevistas e programas favoritos, colocando-os numa seqüência e ouvindo quando quiser”, esclarece Maia. Outra questão fundamental para o futuro do rádio é que os programas se tornam eternos ao serem arquivados: “Entrevistas e outros materiais riquíssimos não serão mais perdidos. Isto não é o que acontece hoje com a rádio convencional, que praticamente só é ouvida no momento em que é transmitida”.
Outras áreas, como a do ensino, também ganham inúmeras possibilidades com o podcast. O aluno poderá ver uma aula que perdeu por meio de um arquivo fácil de acessar e com todo o conteúdo transmitido em sala de aula. No mercado corporativo, servirá para palestras motivacionais, cobertura de eventos, comunicações internas, vinhetas, audiobooks, jingles e entrevistas. É também uma nova mídia a ser explorada pelas agências de propaganda, que podem utilizá-la para lançar produtos e até direcionar verbas de clientes para o patrocínio de programas de rádio digitais.
O podcast já está sendo utilizado por grandes empresas dentro e fora do Brasil, como IBM, Absolut, Virgin, Oracle, Heineken, Volkswagen, Purina, Nestlé, Roche, GM e Kaiser. “Essa tecnologia será cada vez mais freqüente na vida das pessoas e logo entrará de forma automática no cotidiano do internauta, como aconteceu com a própria rede”, acrescenta Maia. “Graças a essa automação, o podcast será utilizado em grande escala.”
“O crescimento será muito rápido”, acredita Bernardo. “Só nos EUA 35 milhões de MP3 players já foram vendidos e existem mais de 12 milhões de usuários do programa iTunes. Aqui já foram comercializados 2,8 milhões de tocadores, 15 mil podcasts pessoais e corporativos foram transmitidos e existem dois milhões de ouvintes”, continua. “A informação sonora é mais fácil de ser digerida, já que pode ser ouvida enquanto você trabalha, dirige ou pratica esportes.”
A Pode! também produzirá videocasts, um podcast em forma de vídeo que começa agora a dar seus primeiros passos no Brasil.
Roberto Miller Maia
Atua como jornalista da área cultural há 23 anos e é engenheiro pioneiro em projetos multimídia. Escreve e já escreveu para diversos veículos como Bizz, Guitar Player, Folha de São Paulo e site Oba Oba. Foi produtor das TVs Cultura e Bandeirantes e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Anhembi Morumbi (SP). É apontado pela revista inglesa Record Collector como um dos grandes conhecedores de música pop do mundo. Possui uma das maiores coleções musicais do Brasil: seu acervo particular reúne mais de 50 mil títulos. Trabalhou por 13 anos como diretor artístico da Brasil 2000FM e recebeu duas vezes o prêmio APCA pela linguagem inovadora da rádio. Como diretor musical da gravadora Ouver foi responsável por mais de 120 lançamentos de discos e DVDs, dos mais diversos gêneros É autor do livro Rock Brasil, um giro pelos últimos 20 anos (Ed. Esfera).
Formado em design digital com especialização em vídeo. Atua na área de multimídia desde 1995. É sócio fundador da Casulo Web Design, agência que tem entre seus clientes o grupo petroquímico Braskem e o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão.
Bernardo Castello Branco
Formado em lingüística, foi diretor de arte da CBBA/Propeg, onde desenvolveu trabalhos para clientes como Philco, Leite Paulista e Reckitt & Colman. Depois, na agência Adex, trabalhou para a conta do Governo do Estado de São Paulo. É sócio fundador da Casulo Web Design.