CASA QUE GREGORI WARCHAVCHIK PROJETOU EM 1930 REABRE AO PÚBLICO

 

Zanella & Moscardi

Casa Modernista de Gregori Warchavchik, no Pacaembu. Arquiteto ganha mostra no MCB com curadoria de Ilda Castello Branco.

Casa que abrigou a exposição modernista em 1930

octogenária, mas moderninha

por Maria Eugênia de Menezes

Dependurada em cima do portão de ferro, uma faixa branca anunciava: Exposição. E foi assim que, aos poucos, os visitantes começaram a chegar. Mario de Andrade, Guilherme de Almeida e Oswald de Andrade acorreram para ver o que havia ali de tão especial, mas não foram os únicos a aparecer.

Em menos de um mês, mais de 20 mil pessoas passaram pelo endereço. Todas interessadas em ver as obras de arte moderna expostas -telas de Tarsila do Amaral, esculturas de Brecheret- e também em descobrir aquela construção de linhas retas, tão diferente de todas as outras que havia na São Paulo de 1930.

Foi na rua Itápolis, uma via de terra em um Pacaembu quase desabitado, que Gregori Warchavchik construiu a sua casa modernista. O feito estampou os jornais, impactou a intelectualidade da época e, instantaneamente, tornou-se um marco da arquitetura brasileira.

Uma história que deve ser retomada no próximo dia 26, quando, exatos 80 anos depois, o local voltará a estar aberto ao público. Após submeter a construção a um longo restauro, Carlos Eduardo Warchavchik, neto do arquiteto, uniu-se ao Museu da Casa Brasileira e decidiu organizar uma nova exposição -tudo nos mesmos moldes daquela feita por seu avô.

Até o final de abril, será possível desvendar o interior da casa, conhecer os móveis que Warchavchik desenhou especialmente para o espaço, uma série de fotografias dos anos 1930 e 1940, além de documentos e plantas de seus outros projetos. Um antigo filme mudo, que documenta a inauguração do espaço, também será exibido.

A ideia de reabrir a casa surgiu por acaso. “Não foi planejado, mas, quando percebi que a inauguração estava completando 80 anos, achei que era um bom momento para relembrar a obra dele”, diz o neto, ele também arquiteto. “Mesmo com a casa fechada, recebíamos pedidos de estudantes de arquitetura da Suécia, da Alemanha que vinham até aqui para conhecê-la.”

Uma nova arquitetura
A casa modernista ficou conhecida como tal em função da exposição que abrigou, mas sua concepção não destoa dos trabalhos anteriores de Warchavchik. Já em 1927, o arquiteto ucraniano havia testado os preceitos de uma nova estética ao construir sua própria residência na Vila Mariana.

Muito antes de pioneiros como Lucio Costa e Flávio de Carvalho, Warchavchik levantou aquele que é saudado como o primeiro exemplar de arquitetura moderna do país. Livre dos adornos neoclássicos que ainda caracterizavam as casas paulistanas da época, o projeto de ângulos retos e fachada limpa causou alvoroço.

Muitos reconhecem, porém, que foi apenas na casa da rua Itápolis que o arquiteto alcançou a maturidade do seu trabalho. “É como se essa obra fosse a tradução de tudo aquilo que ele havia defendido anos antes, quando escreveu o manifesto ‘Acerca da Arquitetura Moderna'”, explica Paulo Mauro de Aquino, arquiteto responsável pela organização do acervo.

Publicado em 1925, no diário carioca “Correio da Manhã”, o libelo defendia uma arquitetura que tivesse como base a economia e a funcionalidade dos espaços. E era justamente isso que a casa modernista contemplava. A residência da Vila Mariana ainda estava em um lote quase rural, tinha telhas coloniais. “E também era uma obra em que ele precisou atender as necessidades da família, fazer concessões. O projeto da rua Itápolis, não. É de uma modernidade radical”, argumenta Ilda Castello Branco, curadora de uma exposição simultânea sobre a obra do arquiteto que acontece no Museu da Casa Brasileira.

Lá, o público poderá observar as maquetes das duas casas e também fotografias de outros trabalhos célebres de Warchavchik, como as residências da rua Bahia, também no Pacaembu, e da rua Toneleros, no Rio de Janeiro.

Para Miriam Lerner, diretora do MCB, a abertura da casa da rua Itápolis ao público pode ser “uma maneira de chamar a atenção para a preservação do patrimônio”. Desde 1986, a edificação figura como um dos poucos bens paulistanos tombados como patrimônio nacional pelo Iphan.

Depois do Municipal
Reunir obras de arte moderna em um espaço com o mesmo estilo arquitetônico pode soar trivial hoje. Mas a “Exposição de uma Casa Modernista”, em 1930, foi a primeira ocasião em que se colocou essa ideia em prática.

“Era uma espécie de atualização da Semana de 1922”, comenta o arquiteto José Armênio de Brito Cruz, do escritório Piratininga, que também produz a nova exposição no espaço. Tudo aquilo que foi apresentado no Teatro Municipal podia, enfim, ser visto dentro de um ambiente moderno. “Havia uma profunda ligação entre essa proposta de arquitetura e a arte que se fazia na época. Eles formavam uma grande turma de amigos.”

Não eram só os traços arrojados da construção que combinavam com as obras de Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Lasar Segall. O jardim, concebido por Mina Klabin, mulher de Warchavchik, foi um dos primeiros projetos paisagísticos a priorizar as plantas brasileiras.

Já dentro da casa, apareciam móveis futuristas e luminárias que lembravam os preceitos da Bauhaus. Ambos desenhados pelo próprio Warchavchik, que, além de assinar os projetos, criou uma marcenaria e uma serralheria para executá-los. “Toda essa questão da vanguarda aparecia incorporada ao mobiliário”, lembra José Armênio. “O que surgia nas suas obras era uma proposta integral, que abrangia desde os móveis até um pensamento de país.”

Para conferir
Casa Modernista. R. Itápolis, 961, Pacaembu, tel. 3661-5066. Exposição: de 26/3 a 21/4. Qua. a sex.: 13h às 18h. Sáb. dom. e fer.: 10h às 18h. Grátis.

Museu da Casa Brasileira. Av. Faria Lima, 2.705, Jardim Paulistano, tel. 3032- 5066. Exposição: 23/3 a 18/4. Ter. a dom.: 10h às 18h. Ingr. R$ 4.(Dom. e fer.: grátis). Visitas monitoradas à Casa Modernista podem ser agendadas pelo tel. 3032-2564. Sáb.: 10h, 11h, 14h e 15h. Dom.: 14h e 15h. Grátis.

Além da casa da rua Itápolis, outros dois projetos de Gregori Warchavchik em São Paulo são reconhecidos pelo Iphan como patrimônio nacional.

CASA RUA SANTA CRUZ
Construída em 1927, na Vila Mariana, a casa é reconhecida como primeira obra de arquitetura moderna do país
R. Santa Cruz, 325, Vila Mariana, tel. 5083-3232. Ter. a dom.: 9h às 17h.

CASA RUA BAHIA
Assim como a residência da rua Itápolis, foi projetada em 1930. É considerada a mais bem acabada obra do repertório do arquiteto
R. Bahia, 1.126, Pacaembu, tel. 3663-4975. Visitas podem ser agendadas.

Fonte: Revista da Folha

Modernista: 80 anos | Panorama Modernista 1925-1932

“Modernista 80 anos” é uma homenagem à “Exposição de uma casa Modernista”, ocorrida em 1930, primeira vez que se tentou no Brasil reunir diferentes artes visuais dentro de uma casa em estilo arquitetônico e decoração modernistas. A casa em que foi realizada a Exposição é a mesma que receberá a mostra atual: a Casa Modernista da rua Itápolis, projetada pelo arquiteto Gregori Warchavchik, restaurada por iniciativa da família Warchavchik e que estará aberta à visitação até 21 de abril.

Reúne móveis e objetos desenhados por Warchavchik, filmes e dezenas de fotografias das décadas de 30 e 40, além de plantas de projetos do arquiteto, como a da residência de Felicíssima Assunção Lara; apartamento em Copacabana; oito casas populares na rua São Samuel, Vila Mariana; nove casas populares na rua Turiassu; conjunto de casas na rua D. Bertha, Vila Mariana; oito projetos de móveis e parque modernista da Vila Mariana. O Warchavchik fotógrafo retratista de pessoas públicas, familiares ou anônimos, com um enquadramento, luz e tratamento muito característicos dos anos 40, também poderá ser visto, em cerca de 30 fotografias inéditas.

“Modernista: 80 anos/Acervo Warchavchik” não se trata de uma reedição da Exposição e, sim, de uma confirmação da pertinência e permanência desse estilo até nossos dias. Ou seja, as condicionantes estéticas e éticas que geraram aquele movimento continuam vivas, mesmo se em outro contexto social, político e tecnológico.

A ação faz parte da Visita guiada Warchavchik, que conta com a mediação de educadores. A programação disponibilizará ao público vans que partirão do MCB com destino à Casa Modernista da rua Itápolis, em diversas datas e horários.
No Museu serão apresentados documentos originais sobre o arquiteto e a casa, na mostra “Panorama Modernista 1925-1932”, com curadoria de Ilda Castello Branco.

Realização: Carlos Eduardo Warchavchik e Piratininga Associados

Visitas guiadas
Saídas do MCB: 27 e 28/3; 3, 4, 10, 11, 17, 18 e 21/4
Horários: sábados, às 10h, 11h, 14h e 15h; domingos, 14h e 15h
Agendamento pelo telefone (11)3032-3727
Gratuito, vagas limitadas

Também é possível conhecer a casa sem participar das visitas guiadas. Veja as datas:
Exposições
Modernista: 80 anos
De 26/3 a 21/4, de quarta a sexta-feira, da 13h às 18h; sabado, domingo e feriado, das 10h às 18h; na rua Itápolis, nº 961
Panorama Modernista 1925-1932- de 23/3 a 18/4, no Museu da Casa Brasileira

Fonte: MCB

 

Visita guiada Warchavchik

ImgExpLatPeqwarchavchikDentro do conceito de acervo extramuros, implantado em 2007 com a criação do projeto Roteiros de Arquitetura, o MCB estreia no dia 27 a “Visita guiada Warchavchik”, que possibilitará ao público conhecer a Casa Modernista da rua Itápolis, no bairro do Pacaembu, projetada pelo arquiteto Gregori Warchavchik. Vans partirão do museu em diversas datas e horários rumo ao local. As visitas são gratuitas e contam com a mediação de educadores, uma oportunidade rara de contato com uma obra emblemática do Modernismo.

Restaurada por iniciativa da família Warchavchik, a casa abrigou, em março de 1930, a “Exposição de uma Casa Modernista”, primeira vez que se tentou no Brasil reunir diferentes artes visuais dentro de uma casa em estilo arquitetônico e decoração modernistas.

Em comemoração aos 80 anos da Exposição, será realizada na casa a mostra “Modernista: 80 anos”, que reune mobiliário, filme e dezenas de fotografias das décadas de 30 e 40. O Warchavchik fotógrafo retratista de pessoas públicas, familiares ou anônimos também será revelado em cerca de 30 imagens inéditas.

No MCB serão apresentados documentos originais sobre o arquiteto e a casa, na mostra “Panorama Modernista 1925-1032”, com curadoria de Ilda Castello Branco.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

Visitas guiadas
Saídas do MCB: 27/3 e 28/3; além de 3, 4, 10, 11, 17, 18 e 21/4
Horários: sábados, às 10h, 11h, 14h e 15h; domingos, 14h e 15h
Agendamento pelo telefone (11)3032-3727
Vagas limitadas
Exposições
Modernista: 80 anos
É possivel conhecer a casa sem participar das visitas guiadas.
Abertura: 25/3, das 19h às 23h
Visitação: 26/3 a 21/4, de quarta a sexta-feira, da 13h às 18h; sabado, domingo e feriado, das 10h às 18h; na rua Itápolis, nº 961

Mostra no MCB – de 23/3 a 18/4

Leia mais

Fonte: MCB

Pesquisador e colecionador Roberto Maia estreia blog e programa de rádio no UOL

Conteúdos levam para o portal o que há de mais relevante e curioso na música pop mundial, na opinião de um dos maiores especialistas no assunto

Um dos maiores pesquisadores e colecionadores de música do Brasil, o jornalista Roberto Maia, estreia nesta semana no UOL levando ao portal dois conteúdos que exploram as principais notícias, novidades, curiosidades, além de comentários sobre o universo da música pop mundial de todos os tempos: o Blog do Maia e o programa de rádio Momento Maia

O programa Momento Maia, que começou no rádio convencional, migrou para o podcast e agora é transmitido pela inovadora Rádio UOL, traz toda a expertise deste pesquisador, que há três décadas vem criando novas linguagens para o rádio brasileiro. Como uma espécie de visão pessoal e editorial sobre a música pop mundial, o Momento Maia é dividido em três temas, destacando o que há de mais relevante nas diversas fases da história musical: Aqui (o que acontece atualmente); Ali (assuntos que foram destaque e ficaram esquecidos) e Em todo lugar (a discoteca básica, o que não pode faltar para quem quer saber mais sobre as bases do pop).

O Blog do Maia, uma extensão do Momento Maia, é uma filtragem do mundo da música pop sob a ótica do jornalista, assíduo frequentador de feiras de discos ao redor do mundo, com pelo menos 10 mil horas de concertos pop no ouvido. “Será um raio X do passado, presente e futuro da música pop, passeando sem preconceitos por diversos estilos,  mostrando de perto os fatos e focos mais marcantes deste universo.”, comenta Maia, também conhecido como o Homem Enciclopédia, devido ao seu vasto conhecimento musical.

O blog terá postagens recorrentes, com os seguintes quadros:

  • Vídeos com Maioridade – vídeos com mais de 18 anos (segunda-feira).
  • Seleção Brasileira – comentário sobre um disco nacional significativo ou raro dentro do cenário pop (terça-feira).
  • Independência ou Morte – um destaque de uma gravadora ou banda independente (quarta-feira).
  • Discoteca Básica – um disco que, por algum motivo, não pode faltar em uma coleção ou, no mínimo, vale a pena conhecer (quinta-feira).
  • Vice e Versa – os discos de tributos. Uma febre mundial, trazem regravações de um tema ou banda, fazendo a festa de fãs e colecionadores (sexta-feira).
  • Top Pop – as top listas mais inusitadas.
  • Vale Tudo – postagens sobre diversos assuntos.
  • Memória Pop – as efemérides da música pop.
  • Vale a pena conhecer – novidades interessantes.

Roberto Maia atua como jornalista da área cultural há 30 anos e é engenheiro pioneiro em projetos multimídia. Escreveu para diversos veículos como Bizz, Guitar Player e Folha de São Paulo. Foi produtor das TVs Cultura e Bandeirantes e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Anhembi Morumbi (SP). Foi apontado pela revista inglesa Record Collector como um dos grandes conhecedores de música pop do mundo. Possui uma das maiores coleções musicais do Brasil: seu acervo particular já reuniu mais de 50 mil títulos. Como diretor artístico da Brasil 2000 FM, nos anos 80 e 90, criou programas consagrados como Só Sax, Meio Dia Magia, 2000 Volts e Lançamento Nosso de Cada Dia. Recebeu duas vezes o prêmio APCA pela linguagem inovadora da rádio. Como diretor musical da gravadora Ouver foi responsável por mais de 120 lançamentos de discos e DVDs. É autor do livro Rock Brasil, um giro pelos últimos 20 anos (Ed. Esfera, 2003). Em 2006, criou a Agência Pode! de podcasts e videocasts.

O Blog do Maia e o Momento Maia estão disponíveis no portal UOL em http://blogdomaia.blog.uol.com.br e www.radio.uol.com.br/#/programa/momento-maia.

Assessoria de Imprensa:
Helena Castello Branco
Comunicação & Cultura

Lygya Maya ensina a curar emoções e viver de forma feliz e saudável

O que são as emoções e por que elas existem? Como se livrar de sentimentos de raiva, culpa, tristeza, abandono, medo, insegurança e viver de forma saudável e feliz? Quais são as terapias alternativas eficientes na cura de traumas emocionais?

Para responder essas perguntas, a coach profissional e pessoal (treinadora em inglês) Lygya Maya lança em seu site o livro “Ame as emoções que você odeia”, reunindo depoimentos e casos de sucesso de cura emocional, mostrando de forma profunda, realista e simples como alcançar a felicidade.

“Os problemas emocionais começam na infância, geralmente devido à influência que o indivíduo recebe de seus pais e da sociedade, que o treina para controlar e esconder suas emoções. Quando chega à vida adulta, ou mesmo antes, os traumas que ficaram tantos anos no inconsciente manifestam-se através de medo, pânico, tristeza, frustrações e insatisfações e, dependendo do caso, sob a forma de doenças crônicas ou agudas no corpo físico.” explica Lygya.

Para tratá-las, a terapeuta recomenda a seus clientes que entrem em contato com as situações e emoções guardadas no inconsciente, para trazê-las à tona, o que pode ser feito com terapias alternativas como hipnoterapia, xamanismo, reiki, coaching e D.E.A. (Desbloqueamento Emocional Alternativo), um processo de cura xamânico que libera bloqueios emocionais, como sentimentos de rejeição e insegurança, através dos chakras. “O resultado positivo do tratamento D.E.A. geralmente é conseguido em apenas uma sessão”, afirma Lygya, que ainda sugere a adoção de hábitos saudáveis como exercícios respiratórios e mentalizações para a cura emocional.

“Ame as emoções que você odeia” também mostra a importância da aceitação dos próprios sentimentos, independente quais eles sejam: “Não existem emoções negativas, somente ações negativas, agimos negativamente muitas vezes por causa de traumas emocionais.”, explica a autora.

Para o mentalista e terapeuta holístico Ivan Trilha, que prefacia a obra, “Lygya Maya discorre sobre o tema das emoções com uma simplicidade incrível e muita habilidade, levando o leitor a compreender melhor esse turbilhão de sensações internas. Um passo fundamental para o autoconhecimento, para a libertação e felicidade.”. Já para o jornalista baiano Paulo Amâncio, o livro é “uma obra magistral, imperdível”.

Vida da autora serve de exemplo

Lygya Maya é o próprio exemplo de como superar traumas emocionais e dar volta por cima. Depois de viver uma infância sofrida e na pobreza, ela deu um grande salto ao ganhar uma bolsa de estudos de dança na escola Alvin Ailey American Dance Theater, em Nova York, para onde se mudou em 1980.

Aos 35 anos, já trabalhando como instrutora de dança, Lygya começou a sentir fortes dores na região lombar, o que dificultava prosseguir com êxito na profissão. Ao buscar tratamentos alternativos, descobriu que a raiz do problema era emocional, derivada de sua insegurança financeira e falta de autoestima. Conseguiu curar-se com hipnoterapia e trabalho corporal de liberação emocional profunda, entre outros. Ficou tão satisfeita com o resultado que, por gratidão, quis transmiti-lo a outras pessoas. Tornou-se então Mestre em Reiki e Karuna Ki, praticante de Programação Neurolinguística (NLP), Hipnose e Xamanismo, treinada por Xamãs do Amazonas e Andes. Por mais de 12 anos, atendeu com sucesso centenas de clientes em sua clínica particular em Nova York, sendo, em 2003, convidada e contratada como coach e palestrante da Companhia americana de Anthony Robbins, mestre mundial em motivação pessoal, com a qual viajou o mundo ajudando milhares de pessoas a alcançar seus sonhos.

Em 1984, fundou a Roots of Brazil Inc. em Nova York, para promover a cultura brasileira, sendo elogiada pela TV americana e veículos como The New York Times e revista Vanity Fair. Lançou em 2007 nos EUA o livro autobiográfico “Cheeka Cheeka Boom Through Life” (Chica Chica Bum pela Vida), dedicado às mulheres e ainda inédito no Brasil.

Atualmente mora em Salvador (BA), é escritora, palestrante e coach  – técnica que auxilia as pessoas a se desenvolverem pessoalmente e/ou profissionalmente com rapidez e eficiência –, trabalho ao qual alia sua forte intuição xamânica. Com 58 anos, considera-se uma mulher bem sucedida e feliz, que tem como meta contribuir para a felicidade de milhares de brasileiros dividindo seu aprendizado adquirido pelo mundo.

Ame as emoções que você odeia! – Soluções práticas para a cura emocional
Autora: Lygya Maya
Preço: R$15,00
167 páginas
Onde adquirir: www.lygyamaya.com.br
Grátis uma sessão de coaching de 20 minutos.

Entrevista ao Letras e leituras

Fui entrevistada pela jornalista Mona Dorf, do programa Letras e Leituras, da Rádio Eldorado, falando sobre o movimento BookCrossing e minhas preferências de leitura.

Ouça a entrevista aqui.

Helena Castello Branco, gestora do movimento BookCrossing


Helena Castello Branco

Gestora do BookCrossing aqui no Brasil. Relações Públicas, formada pela Cásper Líbero com especialização em Gestão de Projetos Culturais e Eventos pela ECA/USP.

Confira a primeira parte da entrevista.

Explica como ocorreu essa ação e qual foi o impacto na cidade?

Essa ação surgiu a partir de um convite da Secretaria de Estado da Cultura para que o BookCrossing fizesse parte do evento com algum tipo de ação. Eu sugeri que deixássemos livros em alguns lugares como a praça, lojas de artesanato, cafés, restaurantes, gratuitamente, para que moradores, turistas e participantes do festival pudessem pegar para ler. O impacto foi bem positivo, deu para perceber que as pessoas gostam mesmo de leitura, gostam de livros, e até mesmo as crianças quiseram pegar seus livros. Uma surpresa para a população foi o fato do livro ser gratuito: as pessoas nos perguntavam se era verdade, se elas podiam realmente levar para a casa, se não precisava pagar… E a gente respondia que sim, os livros eram gratuitos, elas podiam levá-los se quisessem. A única coisa que pedíamos é que depois da leitura elas passassem o livro para frente.

Como e onde funciona o movimento BookCrossing?

O movimento BookCrossing surgiu em 2001 nos EUA e chegou no Brasil também neste ano. Em 2003 houve um boom em diversos países do mundo devido a uma campanha feita pelo 11 de setembro. O BookCrossing espalhou-se rapidamente pela Europa, Austrália, Canadá e está presente em 140 países.O movimento tem um conceito básico, que é o “Leia, Registre e Liberte”, ou seja, leia um bom livro, entre no site BookCrossing.com, registre o livro e deixe um comentário (por exemplo: por que você leu o livro, quais foram as suas impressões…) e depois deixe o livro em um local público para que outro leitor possa encontrá-lo. O leitor que encontrar deve repetir a ação; ler o livro, deixar um comentário na Internet (por exemplo onde que achou o livro, qual foi sua reação, e qual será o próximo destino do exemplar) e passá-lo novamente adiante. A idéia é que o livro possa circular livremente, passando pela mão de diferentes leitores e sendo reaproveitado.

E a Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier? Qual é sua relação com ela?

Depois que acabou o festival, alguns moradores do distrito de São Francisco Xavier, inclusive o mantenedor da Biblioteca Solidária, manifestaram interesse em continuar a distribuição gratuita de livros. Decidimos criar na Biblioteca uma Zona Oficial de BookCrossing, que é uma outra forma de libertar livros: ao invés de serem deixados em lugares públicos eles vão para as Zonas de BookCrossing. Então quem quer achar um livro do BookCrossing não precisa sair pela cidade para ver se encontra um exemplar em alguma praça, mas pode ir a uma Zona de BookCrossing pois lá ele sabe que vai encontrar livros gratuitos.

Qual foi o maior desafio em montar a Zona Oficial de BookCrossing em São Francisco Xavier?

A Biblioteca foi cadastrada no BookCrossing.com e entrou para uma lista com outras centenas de Zonas de BookCrossing que existem ao redor do mundo. Aqui no Brasil é o terceiro espaço deste tipo: há também uma Zona na cidade de São Paulo, na Central das Artes, e outra no Rio de Janeiro, no Lunático Café. Esses lugares tem que estar sempre abastecidos com livros, então eu me comprometi a mandar todo mês alguns exemplares para a biblioteca.

Que tipo de livro é enviado para a Zona de BookCrossing de São Francisco Xavier?

Todos os tipos, desde infantis até livros técnicos e em outras línguas, passando por romances e clássicos da literatura. Nós também aceitamos doações: quem tiver livros parados na prateleira, empoeirando, sem uso, e quiser compartilhá-los com outras pessoas através do movimento BookCrossing, entre em contato pelo e-mail bookcrossing@click21.com.br. Ou, se quiser fazer parte da comunidade, entre no site http://www.bookcrossing.com, registre os livros e depois passe adiante ou troque com outros usuários.

Por que você resolveu abarcar este projeto?

Existem várias razões, Mona. Hoje em dia fala-se muito em redução do impacto ambiental, da nossa pegada no planeta. Quando ouvi falar do BookCrossing percebi que tinha muito a ver com esse apelo ecológico e com várias outras questões que discutidas na área cultural, como a má distribuição dos bens culturais, a falta de acesso da população, o preço elevado dos livros, do cinema, do teatro etc. Este é um projeto que proporciona a circulação dos bens e o acesso. A cultura é tão necessária para o indivíduo quanto a saúde, o esporte e a educação. Então, também tem que haver mais investimento nesta área.

Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Helena Castello Branco citados no programa:

O que você está lendo no momento?
Estou sempre lendo vários livros, mas vou citar apenas um, que é Stupid White Man, do Michael Moore. Ele faz uma critica bem humorada aos EUA, mostrando que a nação que é a maior potência mundial tem problemas parecidos com os do terceiro mundo, como fraudes em eleições, corrupção e programas sociais deficientes.

O que pretende ler?
Cem Anos de Solidão, do Gabriel García Márquez, e Metamorfose, do Franz Kakfa.

Livros marcantes da infância e adolescência?
Na infância, li e reli histórias da Walt Disney, eu tinha várias coletâneas com Branca de Neve, Pinóquio, Cinderela etc., e também: A reforma da natureza, do Monteiro Lobato. Na minha adolescência dois livros marcantes foram Dicionário de Ballet, de Madeleine Rosay, e Tudos, o segundo livro de poemas do Arnaldo Antunes.

Obra ou autor que mudou sua forma de enxergar o mundo
Do Jardim do Éden à Era de Aquarius, de Greg Brodsky, um livro bem interessante sobre terapias e medicina alternativa, e aborda desde plantas medicinais até do-in, hidroterapia e meditação.

Biblioteca básica
Clássicos da literatura. Machado de Assis e João Guimarães Rosa são leituras fundamentais.

Romance do Coração
Romeu e Julieta de Shakespeare.

Gênero predileto
Conto.

Gosto muito
Do Manuel Bandeira.

Um livro de verão
O livro vermelho dos pensamentos de Millôr, de Millôr Fernandes. São trechos de entrevistas, com o bom humorado característico do escritor.

Uma descoberta recente
Nicolas Behr. Achei maravilhoso o livro de poesias Laranja Seleta, que conheci por acaso recentemente.

Nota de rodapé
Ler não é andar sobre as palavras, mas agarrar a sua alma. Paulo Freire.

 

Casulo Web Design desenvolve o website oficial da cidade de Paraty e da Mauro Munhoz Arquitetura

A agência de multimídia Casulo Web Design assina o desenvolvimento dos websites da Mauro Munhoz Arquitetura e da cidade de Paraty (RJ), que vão ao ar neste mês de outubro.
O site oficial de Paraty traduz o folclore, as cores, as paisagens e a natureza locais. É um guia completo com dicas de gastronomia, arte e música, além de um mapa cultural com os principais ateliês, monumentos históricos e alambiques. Há ainda um calendário com datas de eventos, como a da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) e fotos do acervo da Fundação Casa Azul. A criação ficou por conta do designer Kiko Farkas.
Já o site da Mauro Munhoz Arquitetura transmite a simplicidade, a clareza e a integração com o meio ambiente presentes no trabalho do arquiteto e mostra seus projetos comerciais (Hamburgueria Nacional, Haras Polana e Ráscal), institucionais (Museu do Futebol no Estádio do Pacaembu e FLIP) e residenciais. A criação é do arquiteto Dárkon.
Agência reformula seu site
Com novas tecnologias, a Casulo Web Design também reformulou seu website, que ganhou um ar mais arrojado e inovador. No portfólio de clientes, há desde personalidades, como o escritor Millôr Fernandes e o cineasta José Mojica Marins, até empresas como Braskem, UOL e Universidade Anhembi Morumbi. Em Propaganda e Marketing, a Casulo atende a Giacometti Propaganda, para a qual produziu o Hot Site Chá Verde Shefa.
A Casulo Web Design foi criada em 2000, por Eduardo Castello Branco, Diretor de Projetos Videográficos, e Bernardo Castello Branco, Diretor de Criação e Captação de Novos Projetos. É vencedora de diversos prêmios, entre eles o Melhor Agência no I Best 2003. Em 2006, a empresa associou-se ao jornalista Roberto Miller Maia e lançaram a produtora de podcasts e videocasts Pode!.

Fichas técnicas
Cidade de Paraty
Desenvolvimento: Casulo Web Design
Criação: Kiko Farkas
Conteúdo: Fundação Casa Azul

Mauro Munhoz Arquitetura
Desenvolvimento: Casulo Web Design
Criação: Dárkon
Conteúdo: Fundação Casa Azul

Agência Pode! produz podcasts e videocasts para a campanha Fiat 30 anos


A Agência Pode! assina a produção dos podcasts e videocasts que foram lançados no site da campanha Fiat 30 anos. Com direção de criação de Roberto Miller Maia, as novas mídias serão atualizadas durante oito semanas consecutivas e falam de otimismo em relação ao futuro, de acordo com os registros em forma de texto, vídeo e áudio deixados por internautas no site da campanha, criada pela Agência Click.

Os podcasts e videocasts poderão ser ouvidos na própria web ou baixados para um computador. Os links para download através de um agregador são http://www.fiat30anos.com.br/podcast/podcast.xml (podcast) e http://www.fiat30anos.com.br/videocast/videocast.xml (videocast).

A Agência Pode!, especializada na produção de podcasts e videocasts, foi criada em janeiro de 2006 e oferece soluções rápidas, criativas e com qualidade para os segmentos corporativo e de personalidades. Além de Roberto Miller Maia, a agência tem como sócios Bernardo Castello Branco, diretor de projetos, e Eduardo Castello Branco, diretor de tecnologia.

Customização

Podcast é um arquivo digital com uma mensagem sonora, geralmente em formato mp3. O termo surgiu em 2004 da combinação das palavras iPod (tocador de mp3 da Apple) e broadcast (transmissão de um evento para um grande número de pessoas), quando o uso da tecnologia RSS (Really Simple Syndication) tornou-se popular.

Essa tecnologia permite ao usuário, após escolher seus podcasts favoritos, ter uma seleção de informações customizada e saber quando elas foram atualizadas. A escolha é feita em um agregador (programa como iTunes e iPodder), que necessita ser instalado no computador do usuário, e faz o download de novas versões automaticamente. Os podcasts ficam então armazenados para serem ouvidos quando, como e quantas vezes o internauta quiser e na plataforma que lhe for conveniente (computador, tocador de mp3, celular, cd, etc).

“A informação digital já existe há muito tempo, mas estava dispersa pela internet. Com o RSS e o agregador, os dados são reunidos de maneira prática e o usuário fica sabendo quando foram atualizados, o que é o mais interessante desta novidade”, comenta Maia.

As aplicações do podcast são inúmeras. Ele serve, por exemplo, de base para a rádio digital: “A rádio do futuro será aquela que você monta de acordo com sua conveniência, selecionando músicas, entrevistas e programas favoritos, colocando-os numa seqüência e ouvindo quando quiser”, esclarece Maia. Outra questão fundamental para o futuro do rádio é que os programas se tornam eternos ao serem arquivados: “Entrevistas e outros materiais riquíssimos não serão mais perdidos. Isto não é o que acontece hoje com a rádio convencional, que praticamente só é ouvida no momento em que é transmitida”.

Outras áreas, como a do ensino, também ganham inúmeras possibilidades com o podcast. O aluno poderá ver uma aula que perdeu por meio de um arquivo fácil de acessar e com todo o conteúdo transmitido em sala de aula. No mercado corporativo, servirá para palestras motivacionais, cobertura de eventos, comunicações internas, vinhetas, audiobooks, jingles e entrevistas. É também uma nova mídia a ser explorada pelas agências de propaganda, que podem utilizá-la para lançar produtos e até direcionar verbas de clientes para o patrocínio de programas de rádio digitais.

O podcast já está sendo utilizado por grandes empresas dentro e fora do Brasil, como IBM, Absolut, Virgin, Oracle, Heineken, Volkswagen, Purina, Nestlé, Roche, GM e Kaiser. “Essa tecnologia será cada vez mais freqüente na vida das pessoas e logo entrará de forma automática no cotidiano do internauta, como aconteceu com a própria rede”, acrescenta Maia. “Graças a essa automação, o podcast será utilizado em grande escala.”

“O crescimento será muito rápido”, acredita Bernardo. “Só nos EUA 35 milhões de MP3 players já foram vendidos e existem mais de 12 milhões de usuários do programa iTunes. Aqui já foram comercializados 2,8 milhões de tocadores, 15 mil podcasts pessoais e corporativos foram transmitidos e existem dois milhões de ouvintes”, continua. “A informação sonora é mais fácil de ser digerida, já que pode ser ouvida enquanto você trabalha, dirige ou pratica esportes.”

A Pode! também produz videocasts, um podcast em forma de vídeo que começa agora a dar seus primeiros passos no Brasil.

Agencia Pode! estreia no mercado de podcasts corporativos e pessoais

Agência Pode!: Roberto Maia, Eduardo e Bernardo Castello Branco

Uma nova produtora de conteúdo para podcast acaba de entrar no mercado. Batizada de Pode!, oferece soluções rápidas, criativas e com qualidade voltadas para os segmentos corporativo e de personalidades. A equipe da Pode! traz na bagagem o diferencial de ter trabalhado com música e produção de rádio, TV e mídias digitais. “Nossa experiência artística favorece o trabalho com podcast, que nada mais é que a união de tecnologia e arte”, afirma Bernardo Castello Branco, diretor de atendimento da empresa. Responsável pela direção de criação, o jornalista Roberto Miller Maia é quem faz o tratamento estético e sonoro das mensagens: “Usamos toda linguagem necessária para que o podcast seja útil, rápido e divertido de ser ouvido”, explica. Completa o time o designer multimídia Eduardo Castello Branco. Como diretor de produção, cuida para o que arquivo final tenha a melhor qualidade possível.

Bernardo e Eduardo são irmãos e também sócios da premiada agência Casulo Web Design, onde desenvolvem websites e serviços online e multimídia para artistas e empresas. Entre os prêmios recebidos estão seis iBest para o portal do jornalista e escritor Millôr Fernandes. Decididos a ampliar o negócio, chamaram Maia, que também é jornalista, para fazer parte da sociedade: “Tínhamos contato com ele desde a época em que era diretor artístico da Brasil 2000 FM. Em junho de 2005, Maia já estava fazendo e colocando seus podcasts pessoais na rede. Tivemos a idéia de unir nossa estrutura, conhecimento e network com a dele, que além de ser um profissional reconhecido no meio musical e jornalístico, é um dos maiores pesquisadores e colecionadores de música do Brasil”, diz Eduardo.

Customização

Podcast é um arquivo digital com uma mensagem sonora, geralmente em formato mp3. O termo surgiu em 2004 da combinação das palavras iPod (tocador de mp3 da Apple) e broadcast (transmissão de um evento para um grande número de pessoas), quando o uso da tecnologia RSS (Really Simple Syndication) tornou-se popular.

Essa tecnologia permite ao usuário, após escolher seus podcasts favoritos, ter uma seleção de informações customizada e saber quando elas foram atualizadas. A escolha é feita em um agregador (programa como iTunes e iPodder), que necessita ser instalado no computador do usuário, e faz o download de novas versões automaticamente. Os podcasts ficam então armazenados para serem ouvidos quando, como e quantas vezes o internauta quiser e na plataforma que lhe for conveniente (computador, tocador de mp3, celular, cd, etc).

“A informação digital já existe há muito tempo, mas estava dispersa pela internet. Com o RSS e o agregador, os dados são reunidos de maneira prática e o usuário fica sabendo quando foram atualizados, o que é o mais interessante desta novidade”, comenta Maia.

As aplicações do podcast são inúmeras. Ele serve, por exemplo, de base para a rádio digital: “A rádio do futuro será aquela que você monta de acordo com sua conveniência,  selecionando músicas, entrevistas e programas favoritos, colocando-os numa seqüência e ouvindo quando quiser”, esclarece Maia. Outra questão fundamental para o futuro do rádio é que os programas se tornam eternos ao serem arquivados: “Entrevistas e outros materiais riquíssimos não serão mais perdidos. Isto não é o que acontece hoje com a rádio convencional, que praticamente só é ouvida no momento em que é transmitida”.

Outras áreas, como a do ensino, também ganham inúmeras possibilidades com o podcast. O aluno poderá ver uma aula que perdeu por meio de um arquivo fácil de acessar e com todo o conteúdo transmitido em sala de aula. No mercado corporativo, servirá para palestras motivacionais, cobertura de eventos, comunicações internas, vinhetas, audiobooks, jingles e entrevistas. É também uma nova mídia a ser explorada pelas agências de propaganda, que podem utilizá-la para lançar produtos e até direcionar verbas de clientes para o patrocínio de programas de rádio digitais.

O podcast já está sendo utilizado por grandes empresas dentro e fora do Brasil, como IBM, Absolut, Virgin, Oracle, Heineken, Volkswagen, Purina, Nestlé, Roche, GM e Kaiser. “Essa tecnologia será cada vez mais freqüente na vida das pessoas e logo entrará de forma automática no cotidiano do internauta, como aconteceu com a própria rede”, acrescenta Maia. “Graças a essa automação, o podcast será utilizado em grande escala.”

“O crescimento será muito rápido”, acredita Bernardo. “Só nos EUA 35 milhões de MP3 players já foram vendidos e existem mais de 12 milhões de usuários do programa iTunes. Aqui já foram comercializados 2,8 milhões de tocadores, 15 mil podcasts pessoais e corporativos foram transmitidos e existem dois milhões de ouvintes”, continua. “A informação sonora é mais fácil de ser digerida, já que pode ser ouvida enquanto você trabalha, dirige ou pratica esportes.”

A Pode! também produzirá videocasts, um podcast em forma de vídeo que começa agora a dar seus primeiros passos no Brasil.

Roberto Miller Maia

Atua como jornalista da área cultural há 23 anos e é engenheiro pioneiro em projetos multimídia. Escreve e já escreveu para diversos veículos como Bizz, Guitar Player, Folha de São Paulo e site Oba Oba. Foi produtor das TVs Cultura e Bandeirantes e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Anhembi Morumbi (SP). É apontado pela revista inglesa Record Collector como um dos grandes conhecedores de música pop do mundo. Possui uma das maiores coleções musicais do Brasil: seu acervo particular reúne mais de 50 mil títulos. Trabalhou por 13 anos como diretor artístico da Brasil 2000FM e recebeu duas vezes o prêmio APCA pela linguagem inovadora da rádio. Como diretor musical da gravadora Ouver foi responsável por mais de 120 lançamentos de discos e DVDs, dos mais diversos gêneros É autor do livro Rock Brasil, um giro pelos últimos 20 anos (Ed. Esfera).

Ouça podcasts de Roberto Miller Maia AQUI

Eduardo Castello Branco

Formado em design digital com especialização em vídeo. Atua na área de multimídia desde 1995. É sócio fundador da Casulo Web Design, agência que tem entre seus clientes o grupo petroquímico Braskem e o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão.

Bernardo Castello Branco

Formado em lingüística, foi diretor de arte da CBBA/Propeg, onde desenvolveu trabalhos para clientes como Philco, Leite Paulista e Reckitt & Colman. Depois, na agência Adex, trabalhou para a conta do Governo do Estado de São Paulo. É sócio fundador da Casulo Web Design.

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