SBPSP oferece atendimento psicanalítico gratuito a migrantes e refugiados no Brasil

Clínica Transcultural 0 a 5 tem o propósito de construir laços entre o universo de pertencimento e enraizamento das famílias e o das sociedades que as acolhem

São Paulo, maio de 2022 – As marcas deixadas pelas guerras, ditaduras, instabilidades econômicas e situações de migração forçada estão presentes em muitas famílias que aqui vivem. E se esses traumas não são adequadamente elaborados podem frear as transformações necessárias a uma mudança de vida e, ainda, ser transmitidos às futuras gerações.

Segundo dados do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), em 2021, 3.093 refugiados chegaram ao Brasil. Atualmente, o país tem refugiados de 77 nacionalidades, com a Venezuela em primeiro lugar (90,82%), a Síria em segundo (3,91%) e a República Democrática do Congo na terceira posição (1,22%).

São Paulo está entre os estados que mais recebem cidadãos nessas condições em razão do seu forte potencial de trabalho. Alinhada a essa realidade, a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), por meio de sua Clínica Transcultural 0 a 5, promovida pelo Centro de Atendimento Psicanalítico – CAP, está oferecendo atendimento gratuito a famílias de migrantes e refugiados nas quais um dos filhos tenha até 5 anos.

A Clínica recebe casais mistos com problemáticas de mestiçagem cultural, famílias que adotaram uma criança de diferentes etnias, menores que aqui chegam sozinhos, refugiados com traumas profundos e mães e pais migrantes com dificuldades para construir vínculo parental no exílio.

O projeto, na capital paulista, que vem atendendo famílias vindas da Síria, Venezuela, Bolívia, Congo e Sudão, desde 2016, oferece um modelo de intervenção psicanalítica, que leva em conta a dimensão clínica, antropológica, linguística, e procura dar sentido às interações entre o nível coletivo, intersubjetivo e intrapsíquico.

O atendimento é constituído por vários terapeutas que recebem o paciente e sua família – visto que a família carrega uma parte do sentido do sofrimento do paciente, independentemente de sua idade –, os profissionais que fizeram o encaminhamento – e que também fazem parte da história da família no país – e um tradutor ou intérprete cultural para garantir que o paciente possa utilizar sua língua materna para se comunicar. Além disso, o projeto oferece auxílio para transporte quando necessário.

“A Clínica Transcultural nasceu para lidar com as dificuldades cotidianas e complexas vividas pelas e com as famílias migrantes, para acolher essas crianças e seus pais, no contexto de uma rede que permita criar laços entre o universo de pertencimento da família migrante e o da sociedade que a acolhe, e busca elaborar situações emocionais traumáticas para melhor inserção na nova cultura”, explica a psicanalista da SBPSP Maria Cecília Pereira da Silva, coordenadora da Clínica.

Os interessados no serviço, que terá o atendimento presencial retomado após as novas diretrizes sobre a pandemia de Covid-19, devem se inscrever pelo whatsapp (11) 97349-2495, pelo telefone (11) 3661-9822 ramal 1, de 2ª a 6ª das 9h às 16h, ou pelo e-mail:  sara@sbpsp.org.br. Em razão da guerra em curso entre Rússia e Ucrânia, os ucranianos que chegaram no Paraná podem receber o acolhimento de forma online.

Mais informações: www.sbpsp.org.br/cursos-e-eventos/eventos/clinica-transcultural-0-a-5-172/

Sobre a SBPSP
A SBPSP – Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo é uma instituição reconhecida pela IPA – International Psychoanalytical Association e tem o propósito de promover o desenvolvimento da Psicanálise, manter seu vigor e formar futuros psicanalistas, propiciando um ambiente fértil e vivo de aprendizado e de interlocução entre seus membros e com outros campos do conhecimento e da cultura. 

Conta com 506 membros efetivos e associados e 362 membros filiados vinculados ao Instituto de Psicanálise, braço encarregado da formação de novos psicanalistas. Seus membros têm participação ativa no cenário nacional e internacional da Psicanálise e na vida associativa, por meio da FEBRAPSI – Federação Brasileira de Psicanálise, FEPAL – Federação Psicanalítica da América Latina e da IPA – International Psychoanalytical Association, entidade à qual é filiada desde 1951. www.sbpsp.org.br

Assessoria de Imprensa

HCB Comunicação
Helena Castello Branco
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Betty Milan questiona o prolongamento indefinido da vida

Heresia – Tudo menos ser amortal, novo romance de Betty Milan, aborda o tema da morte assistida e reflete sobre o modo como ela é tratada na sociedade ocidental. Livro será lançado em live no dia 05/04.

A escritora e psicanalista Betty Milan lança novo romance pela editora Record, em que focaliza o fim da vida e o modo como ele é tratado na sociedade ocidental. É um livro de ficção em que ela aborda temas difíceis relativos à longevidade: a indústria médica, o suicídio assistido e a eutanásia. Heresia – Tudo menos ser amortal questiona até que ponto é legítimo o prolongamento da vida pela ciência e de uma existência orgânica na qual a memória e a própria subjetividade já se extinguiram. Betty sustenta que morrer é um direito e quem aceita a morte vive melhor.

O livro foi escrito a partir do momento em que a mãe da escritora teve aos 97 anos uma queda e uma fratura que implicou em hospitalização. Em Heresia a protagonista questiona o prolongamento da vida em decorrência da proibição cultural, e legal, de buscar a morte assistida, enquanto fala de amor, vida e morte, rememorando o sofrimento da mãe e a trajetória da família. Betty Milan é autora de inúmeras e importantes obras, incluindo romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. No dia 31/03, ela assume uma cadeira na Academia Paulista de Letras. No dia 05/04, às 19h, Heresia será lançado em uma live no youtube da Livraria da Travessa, com participação do crítico literário Manuel da Costa Pinto, que assina a orelha do livro.

HERESIA – Tudo menos ser amortal Betty Milan   112 págs. | R$ 44,90   Ed. Record | Grupo Editorial Record
  Informações à imprensa: Simone Magno simone.magno@record.com.br (21) 99998-7854 Helena Castello Branco helena@hcbcomunicacao.com.br (11) 99872-3676  
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Trecho do livro

“Há meses, eu desejava a partida. Se me perguntassem por quê, eu responderia que não suportava mais ver o que restou dela. Sei que o meu caso não é único. Porém, também sei da hipocrisia alheia. Agora, que culpa tenho eu de ter sonhado repetidamente com o caixão? Não sou responsável pelo meu inconsciente. O sonho se manifesta como bem entende, e, se não fosse ele, nós não teríamos nada de absolutamente nosso.”

Sobre o livro

Manuel da Costa Pinto – “Essa tensão entre o real e o ficcional se torna ainda mais aguda quando aquilo que é representado toca o nervo exposto de dilemas éticos e emocionais – como neste romance de Betty Milan, cuja personagem lida com sentimentos ambíguos ante a decrepitude da mãe centenária. A heresia do título, portanto, se refere a uma questão essencialmente contemporânea: até que ponto é legítimo o prolongamento da vida pela ciência, a perpetuação de uma existência orgânica na qual a memória e a própria subjetividade se extinguem?”

Roberto Schwarz – “Um livro corajoso, oportuno e surpreendente pela composição.”

Sobre a autora

Betty Milan é paulista, autora de romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. Além de publicadas no Brasil, suas obras também circulam com selos de França, Argentina e China. Colaborou nos principais jornais brasileiros e foi colunista da Folha de S.Paulo, da Veja e da Veja.com. Trabalhou para o Parlamento Internacional dos Escritores, sediado em Estrasburgo, na França. Foi convidada de honra do Salão do Livro de Paris em 1998 e em 2015. Em 2014, representou a literatura brasileira contemporânea na Feira Internacional do Livro de Miami (EUA). Em 2021, foi eleita para a Academia Paulista de Letras. Antes de se tornar escritora, formou-se em Medicina pela Universidade de São Paulo, especializou-se em Psicanálise na França com Jacques Lacan e fundou o Colégio Freudiano do Rio de Janeiro.

I Encontro de Culturas Literário acontece na Chapada dos Veadeiros e é derivado do Encontro de Culturas Tradicionais

Serão três dias de evento, em que estarão reunidos, na Vila de São Jorge,
autores indígenas, quilombolas, contadores de histórias, cordelistas e
representantes da literatura popular/regionalista, escritores e artistas das mais
diversas partes do país.

Fotos e release: https://bit.ly/3qBn7nH
Instagram @encontrodeculturastradicionais
http://www.encontrodeculturas.com.br/encontroliterario

Estudante participa de Vivência Griô antes do Encontro de Culturas Literário

De 15 a 17 de abril, sexta a domingo, a Vila de São Jorge, porta de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, será palco para uma efusão de manifestações literárias nacionais, originárias das mais diversas partes do país, em especial aquelas que mergulham nas narrativas e olhares sobre nossos sertões e periferias. O projeto é uma extensão do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, que já acontece há 22 anos, e esta será sua primeira edição. É realizado pela Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, financiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás (da Secretaria de Cultura de Goiás), e terá mesas literárias, feira de livros, contação de histórias, saraus, show, espetáculo, oficinas, doações de livros e intervenções artísticas.
Segundo seus realizadores, a intenção desta diversificação do Encontro de Culturas Tradicionais é justamente promover ainda mais transformações sociais e culturais, além daquelas já percebidas ao longo de mais de duas décadas de trabalho, agora por meio da difusão e democratização do acesso ao livro e à leitura. “O Encontro de Culturas Literário começa com uma conversa sobre a romaria do Muquém, que acontece ao nosso lado, retratada no livro ‘O Ermitão do Muquém’, de Bernardo Guimarães”, conta Juliano George Basso, coordenador geral do evento. “O primeiro livro considerado regionalista no Brasil, essa linha da literatura que faz nos reconhecermos dentro das histórias, nos inspirarmos com as comunidades tradicionais com as quais trabalhamos nos projetos da Casa de Cultura. Vamos mostrar as muitas obras em que os povos dos sertões do Brasil são os protagonistas de suas próprias histórias. Com eles vivemos e buscamos o processo descolonial do Brasil, para algum dia o Brasil ser o que realmente é”.

Diversidade e ancestralidade na seleção de 10 autores brasileiros

Em edital lançado anteriormente, dez escritores foram selecionados para participar da programação do Encontro de Culturas Literário. Eles participam das mesas literárias e alguns também oferecem oficinas à comunidade. As categorias criadas pelos organizadores do evento garantiram a participação de autores representativos de um Brasil profundo e da escrita das periferias.

Desta forma, estarão em São Jorge autoras e autores de diversas partes do país. São elas e eles: Tiago Hakiy (AM) e Julie Dorrico (RO), como autores indígenas; Ana Mumbuca (TO) e Josias Marinho (RR), como autores quilombolas; Juliana do Nascimento (RJ) e Maria Elisabete Pacheco (CE), como contadoras de histórias; Julie Oliveira (CE) e Rouxinol do Rinaré (CE), como cordelistas; e Adiel Luna (PE) e Michel Yakini-Iman (SP), com escritores populares/regionalistas. A seleção foi feita por dois curadores: Larissa Mundim, escritora, editora, livreira e jornalista, e Paulo José da Silva, escritor e jornalista, editor dos livros “A história dos garimpos de cristal da Chapada dos Veadeiros”, de José Raimundo de Oliveira, e “Minhas aventuras na Chapada dos Veadeiros”, de Domingos Soares de Farias.

Mesas literárias

A primeira mesa será na sexta-feira (15), das 15h às 17h, com Adiel Luna, de Pernambuco, e Michel Yakini-Iman, de São Paulo.

Ao longo dos três dias de evento, os autores e autoras selecionados pela curadoria farão parte das mesas literárias temáticas, que acontecem na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, com a mediação de Augusto Niemar, escritor e professor de Literatura da UnB. O objetivo destes diálogos é propor caminhos para formação de leitores e de novos criadores, além de tratar sobre a forma como cada escritor elabora sua arte.

O tema será “Literatura regionalista e popular brasileira: heranças e margens em letra e voz”. Na sequência, das 17h às 19h, será a vez da mesa “Literatura de Cordel: leitura e educação em ativismo e feminismo”, com Rouxinol do Rinaré e Julie Oliveira, ambos do Ceará.

No sábado (16), acontecem as mesas 3 e 4, nos mesmos horários do dia anterior. A primeira, às 15h, será com os autores indígenas, com o tema “Pertencimento e ancestralidade – culturas e narrativas poéticas”, com Tiago Hakyi, do Amazonas, e Julie Dorrico, de Rondônia. Em seguida, às 17h, é a vez dos autores quilombolas. Esta mesa tem o tema “Corpos negros em confluências – vozes e ilustrações”. Os escritores desse diálogo serão Josias Marinho, de Roraima, e Ana Mumbuca, do Tocantins.

No domingo (17), acontecem as duas mesas finais. Às 15h, entram em cena as contadoras de histórias falando sobre “leitura e educação em ativismo e feminismo”. São elas a escritora Maria Elisabete Pacheco Almeida, do Ceará, e Juliana do Nascimento Correia, do Rio de Janeiro. Por fim, às 17h, a mesa 6 será uma grande roda de conversa sobre a literatura goiana e a literatura na Chapada dos Veadeiros. Participarão desta mesa vários autores goianos, com mediação da escritora Sinvaline Pinheiro, de Uruaçu (GO).

Comunidade de São Jorge integrada ao evento

Antes mesmo do início do evento, várias ações voltadas às crianças e jovens estudantes das escolas públicas locais já estão acontecendo na Vila de São Jorge como iniciativas do Encontro de Culturas Literário. Entre elas está a criação do foto-livro “Árvore das Alembranças”, que está sendo criado com 17 estudantes. O conteúdo desta obra será formado com as memórias das famílias e da própria Vila de São Jorge. A coordenação do trabalho é da professora Luciana Meirelles, educadora da pedagogia Griô*1 , e do arte-educador e fotógrafo Lucas Viana, com a orientação de Lilian Pacheco, criadora da Pedagogia Griô. O foto-livro será impresso e lançado no primeiro dia do Encontro de Culturas Literário.

Além disso, a Escola Pública da Vila de São Jorge receberá a intervenção do artista Jhon Bermond para a revitalização da sua fachada e de seus Cantinhos de Leitura. Cantinhos estes que durante o evento receberão a doação de livros arrecadados em campanha. O muro da escola, que é voltado para a rua, será transformado em um mural de arte, com as ilustrações de Jhon Bermond e também grandes lambe-lambes com fotografias feitas pelos estudantes da vivência griô das mestras da comunidade, com o apoio do Coletivo Transverso (DF) para a impressão e aplicação das obras em formato de lambe.

¹*A Pedagogia Griô, segundo Lilian Pacheco, “é uma pedagogia facilitadora de rituais de vínculo e aprendizagem entre as idades, a escola e a comunidade, entre grupos étnico-racias e de gênero, territórios de identidade, saberes ancestrais de tradição oral e as ciências, artes e tecnologias universais, com uma metodologia de encantamento, vivencial, e partilhada para a elaboração do conhecimento e de um projeto de comunidade/humanidade que tem como foco a expressão da identidade, o vínculo com a ancestralidade e a celebração do direito à vida”.

Jhon Bermond é um ilustrador capixaba que trabalha a partir da pluralidade de linguagens artísticas e de matérias-primas. Sua obra utiliza pigmentos naturais e ilustra suas próprias histórias de vida e de caminhada. Acompanham seus desenhos alguns textos, poesias, letras de cantigas populares e até depoimentos. Segundo o artista, a dimensão textual amplia as possibilidades de cada obra, além de fornecer referências sobre o local, personagem ou costume retratado.

Outra participação importantíssima, é da Turma Que Faz, que é um coletivo que também está se preparando há mais de mês para se apresentar no Encontro. Eles preparam um espetáculo baseado no livro “O Hermitão do Muquém”, o primeiro livro regionalista do Brasil, escrito por Bernardo Guimarães. A adaptação do texto foi feita por Lia Motta e Dado Mendes e a criação terá duas apresentações, uma no sábado (16) e outra no domingo (17).

Buscando o engajamento de todos os estudantes das escolas públicas de São Jorge no Encontro de Culturas Literário, os professores da região estão fazendo um estudo desta obra junto aos jovens, para que ocorra a sensibilização prévia para a apreciação do espetáculo.

A Turma que Faz atua por meio de atividades educativas, artísticas, culturais, esportivas e ambientais, que utilizam a arte e o meio ambiente como linguagem sensibilizadora e realizadora. Projeto nascido em 2003, na Vila de São Jorge, pelas mãos da arte-educadora e musicista Doroty Marques, desde então vem mudando a vida de muitas crianças e adolescentes da região.

Algumas oficinas acontecem antes mesmo do início do evento, junto aos estudantes das escolas públicas de São Jorge, criando assim um vínculo ainda maior com a comunidade local. A exemplo está a oficina Rimas do Improviso, com Made in Chapada, que fará um trabalho especial com a Turma Que Faz, no dia 08. Já no dia 11, será a vez desses mesmos oficineiros se juntarem a outro professor, o Sabiá Canuto, que irá trabalhar com Isogravura e criação de livros manuais. Essa atividade será com os alunos das escolas públicas. Na véspera da abertura do Encontro, dias 13 e 14, o Coletivo Transverso (DF) continuará sua
oficina de lambe-lambe, com colagens no muro da escola, enquanto Jhon Bermond cria obras
para o Cantinho da Leitura, na Escola Dona Lindu.

Oficinas abertas ao público em geral

Além das mesas literárias, das intervenções e apresentações artísticas, dos saraus e feira de livros, nestes três dias também será possível participar de diversas oficinas de criação. Entre elas, a “Oficina Rimas do improviso” com o Coletivo Made in Chapada; a oficina “Folha: palavra-solta cura”, com o poeta Ciro Gonçalves e Seu Adelídeo Raizeiro; a oficina “Cordel: técnicas, histórias e práticas”, com o autor selecionado Rouxinol do Rinaré, do Ceará; e por fim, a oficina/palestra “Meu nome é Ceilândia do RAP e do Repente – a arte da rima e do improviso como expressão da resistência cultural periférica”, ministrada por Sabiá Canuto.

As oficinas também estão sendo realizadas no período anterior ao evento, com foco nos estudantes das escolas públicas da Vila de São Jorge. Uma delas é a oficina “Lambelambe e Poesia”, com o Coletivo Transverso, que vai espalhar lambes por toda a Vila, preparando a comunidade para o tema do Encontro. “Um dos maiores objetivos deste Encontro é incentivar a leitura e democratizar o acesso aos livros das crianças e jovens da comunidade de São Jorge. Nosso foco em 2022, como Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, é fortalecer nossas ações voltadas à educação no território da Chapada dos Veadeiros”, explica Juliano George Basso.

e-cêntrica:
Feira de livros consagrada em Goiânia também estará no Encontro

A feira e-cêntrica é um espaço de formação, debate e comercialização de livros especiais, zines, artes gráficas e fotografia, com foco na produção independente. Realizada pela Nega Lilu Editora, com curadoria de Larissa Mundim, acolhe o trabalho autoral de artistas gráficos, visuais, coletivos criativos, selos literários e autoras e autores autopublicados.

Idealizada a partir da e-centrica.org, apresenta-se como uma iniciativa de apoio à inovação no mercado editorial a partir da revisão de processos criativos/produtivos, do fortalecimento de agentes sub-representados e do redimensionamento do papel estratégico dos agentes que compõem a cadeia produtiva do livro.

Originalmente, a feira e-cêntrica se realiza em Goiânia, com itinerância por Pirenópolis e Cidade de Goiás. Sua primeira edição na Chapada dos Veadeiros vai ocorrer durante o Encontro de Culturas Literário, de 15 e 17 de abril, na Praça do Encontro, com a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge.

Show de Adiel Luna agita segundo dia do evento

O show “O Bardo”, com Adiel Luna, será apresentado no sábado (16), na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge. O artista utiliza em seu repertório repentes e cantorias, além de brincar de roda ao ritmo do coco. Nascido em Pernambuco, Adiel Luna morou alguns anos em Camaragibe, cidade conhecida por seus caboclinhos e grandes coquistas. Em Recife, formou o grupo Coco Camará, com uma batida marcante, letras rimadas e muitos improvisos. O artista passou por grandes maracatus, como o Piaba de Ouro, sendo também violeiro,
cantador e cordelista.

SERVIÇO: 

I Encontro de Culturas Literário da Chapada dos Veadeiros
Data: de 15 a 17 de abril (sexta, sábado e domingo) 
Horários: manhã / tarde / noite 
Local: Vila de São Jorge / Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

15 de abril – sexta-feira

–    14h às 15h: Abertura oficial do Encontro com lançamento do foto-livro “Árvore das Alembranças”
–    Local: Praça do Encontro
–    15h às 17h: Mesa Literária 1 – “Literatura regionalista e popular brasileira: heranças e margens em letra e voz”, com Adiel Luna (PE) e Michel Yakini-Imam (SP), mediação de Augusto Niemar
–    Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
–    17h às 19h: Mesa Literária 2 – “Literatura de Cordel: leitura e educação em ativismo e feminismo”, com Rouxinol do Rinaré (CE) e Julie Oliveira (CE), mediação de Augusto
–    19h às 21h: Oficina “Rimas do Improviso”, com Coletivo Made in Chapada (GO) – Local: Praça do Encontro.
–    21h: Sarau de Jorge – Local: Bar do Seu Claro

16 de abril – sábado

–    8h30 às 11h: Oficina “Folhas: palavra-solta cura” (poeta Ciro Gonçalves e Seu Adelídeo raizeiro da Chapada) – Local: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
–    9h às 12h: Oficina “Cordel: técnicas, histórias e práticas”, com Rouxinol do Rinaré (CE) – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
–    9h às 12h: Distribuição de livros nos cantinhos da leitura – Local: Escolas públicas da Vila de São Jorge
–    15h às 17h: Mesa Literária 3 – Autores Indígenas: pertencimento e ancestralidade – culturas e narrativas poéticas”, com Tiago Hakyi (AM) e Julie Dorrico (RO), com mediação de AugustoNiemar. Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge 
–    17h às 19h: Mesa Literária 4 – “Autores quilombolas: corpos negros em confluências – vozes e ilustrações”, com Josias Marinho (RR) e Ana Mumbuca (TO), mediação de Augusto Niemar
–    Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
–    17h: Contação de histórias para crianças com Maria Elisabete Pacheco Almeida (CE) – Local: Praça do Encontro
–    19h às 20h: Apresentação do espetáculo “O Ermitão do Muquém e outras histórias”, com a artista Lia Mota e a Turma Que Faz – Local: Praça do Encontro
–    20h às 21h30: Sarau de Jorge – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
–    21h30 às 22h: Performance “Divina Musa”, com Graça Soares – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
–    22h às 23h30: Show Adiel Luna “O Bardo” – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge
–    23h30 à 1h30: Tradicional forró pé-de-serra do Sábado de Aleluia com Luciano Gameleira, Luana Castanho e Conrado Pera – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge.

17 de abril – domingo 

– 9h às 12h: Oficina “Cordel: técnicas, histórias e práticas”, com Rouxinol do Rinaré (CE) –
Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge 
– 14h às 15h: Oficina/Palestra “Meu nome é Ceilândia do RAP e do Repente – a arte da rima e do improviso como expressão da resistência cultural periférica”, com Sabiá Canuto (GO)- Local: Praça do Encontro 
– 15h às 17h: Mesa Literária 5 – “Contadoras de Histórias: leitura e educação em ativismo e feminismo”, com Maria Elisabete Pacheco Almeida (CE) e Juliana do Nascimento Correia (RJ), mediação de Augusto Niemar – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge 
– 17h às 19h: Mesa Literária 6 / Roda de conversa de Encerramento – Literatura Goiana e na Chapada dos Veadeiros, com diversos autores do estado e da região, com mediação de Sinvaline Pinheiro (GO) – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge 
– 17h às 18h: Contação de histórias para crianças com Juliana do Nascimento Correia (RJ). –
Local: Praça do Encontro 
– 19h às 20h: apresentação espetáculo “O Ermitão do Muquém e outras histórias”, com a artista
Lia Mota e a Turma Que Faz – Local: Praça do Encontro. 
– 21h: Sarau de Jorge e encerramento – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge

TODOS OS DIAS: 

–    10h às 20h: intervenções literárias e artísticas pela Vila de São Jorge
–    16h às 22h – Feira de livros e-Cêntrica em São Jorge. Local: Praça do Encontro.
–    19h às 20h: Lançamento coletivo de livros – Local: Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge

Assessoria de imprensa: 
Nádia Junqueira – njunqueiraribeiro@gmail.com – 61 9 8281 0759 
Ana Paula Mota – anapaulamota@gmail.com – 62 9 9941-5464 

Simpósio internacional discute a relação entre psicanálise e os campos da ciência, literatura e artes

Evento virtual celebra os 70 anos da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e terá entre os palestrantes a psicanalista e historiadora francesa Élisabeth Roudinesco

São Paulo, agosto de 2021 – A História da Psicanálise, bem como a relação entre a clínica psicanalítica e os campos da Ciência, Literatura e Artes, estarão em pauta no Simpósio 70 Anos!, promovido pela SBPSP – Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo – para celebrar o septuagésimo aniversário de filiação à IPA – International Psychoanalytical Association, fundada por Sigmund Freud.

O evento internacional, que acontecerá no dia 11 de setembro, reunirá expoentes em suas respectivas áreas divididas em quatro mesas de debate. Entre os nomes estão o da psicanalista e historiadora francesa Élisabeth Roudinesco, considerada uma das maiores especialistas em história da psicanálise, e que transformou a complexa teoria freudiana em matéria-prima para best-sellers, como a História da Psicanálise na França.

O encontro também contará com as presenças de Adélia Bezerra de Meneses, doutora em Teoria Literária, dos filósofos Oswaldo Giacóia Júnior, professor titular do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUCPR, e Ricardo Fabbrini, Livre-Docente em Estética e Filosofia da Arte pela USP, e de psicanalistas da SBPSP: Carmen C. Mion, presidente da entidade, Dora Tognolli, diretora do Instituto, Luiz Carlos Uchôa Junqueira Filho, membro efetivo e analista didata, Elias Mallet da Rocha Barros, analista didata e supervisor, Leopold Nosek, membro efetivo e analista didata, Ana Maria Stucchi Vannucchi, diretora científica, Glaucia Maria Ferreira Furtado, diretora regional, Darcy Antônio Portolese, diretor de Atendimento à Comunidade, João Augusto Frayze-Pereira, diretor de Cultura e Comunidade, com a organização de Marta Foster, membro efetivo e analista didata. (veja aqui a biografia dos participantes). 

“Penso ser fundamental sonhar a Psicanálise e a formação, buscá-las no mais profundo do ser, da própria experiência de vida, como o fizeram nossos pioneiros. Demora-se muito a perceber que a Sociedade Brasileira de Psicanálise é a soma de todos nós que a ela pertencemos – cada um dos membros, que ao longo dos anos e até hoje traz consigo o seu sonho pessoal sobre a formação e a Psicanálise, e que, ao ingressar na Instituição, verá seu sonho evoluir para realidade ao se tornar um sonho compartilhado por muitos”, diz Carmen C. Mion.
E se a SBPSP cumpre este papel de disseminar conhecimento sobre a psicanálise, ao Instituto Durval Marcondes cabe a missão de formar analistas dedicados ao ofício.


“O Instituto tem uma marca de origem no Brasil. É pujante, uma vez que a psicanálise é um processo de formação contínuo. No Instituto, que não é uma escola, nem uma formação universitária, seus membros filiados têm atividades como aulas, supervisões, reuniões científicas, além de frequentarem um espaço de convívio no qual se contempla trabalhos científicos, clínicos e voltados à cultura. É uma sociedade plural, um lugar de discussão”, explica Dora Tognolli, diretora do Instituto.

Renda revertida para o Centro de Documentação e Memória

 
Toda a renda do evento será revertida para a atualização e digitalização do acervo do CDM – Centro de Documentação e Memória da SBPSP, cuja utilização é pública e tem como propósito preservar a história da Sociedade e da psicanálise no Brasil.

“O CDM foi pensado para alimentar a história da Sociedade, que se mistura à trajetória da psicanálise no Brasil. Entre os documentos estão as cartas de Freud para Durval Marcondes, fotografias, cadernos de análise, registros dos cursos que foram feitos, gravações em vídeo, livros, revistas e até mesmo alguns dos chapéus usados por Virgínia Bicudo e toalhas de apoio de cabeça dos divãs. Ao preservar a trajetória da SBPSP, o Centro contribui para a formação de outras sociedades de psicanálise espalhadas pelo Brasil e para a consolidação contínua da Psicanálise”, explica Elizabeth M. Ribas, consultora técnica do CDM.


Sobre a SBPSP

A Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo tem como propósito promover o desenvolvimento da Psicanálise, manter seu vigor e formar futuros psicanalistas, propiciando um ambiente fértil e vivo de aprendizado e de interlocução entre seus membros e com outros campos do conhecimento e da cultura. Conta com 506 membros associados e 362 membros filiados, em formação no Instituto de Psicanálise. Seus membros associados têm participação ativa no cenário nacional e internacional da Psicanálise e na vida associativa, por meio da IPA – International Psychoanalytical Association, FEPAL – Federação Psicanalítica da América Latina e da FEBRAPSI – Federação Brasileira de Psicanálise.

Serviço:
Simpósio 70 Anos!
Data: 11 de setembro de 2021
Horário: das 9h15 às 17h55
Investimento: de R$250 a R$390
Transmissão via Zoom, com tradução simultânea.
Inscrições pelo site: www.sbpsp.org.br

Mídias Sociais
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LinkedIn: /sbpsp
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Assessoria de Imprensa
Helena Castello Branco
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Rede Multiétnica fortalece a economia e os saberes indígenas e quilombolas no Brasil

Projeto facilita a comercialização de produtos e peças artesanais de aldeias, quilombos e comunidades tradicionais em tempos de pandemia

São Paulo, maio de 2021 – Apoiar o escoamento da produção artesanal, alimentar, artística e extrativista de comunidades indígenas e quilombolas, estimulando a geração de renda e o desenvolvimento socioeconômico destes povos, especialmente nesta época de pandemia, é o que move a Rede Multiétnica, projeto criado pela Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, localizada na Chapada dos Veadeiros (GO), e pelo Centro de Estudos Universais, associação sem fins lucrativos de São Paulo.

O propósito do projeto é, ainda, o de contribuir com os saberes tradicionais, com a cadeia produtiva de artes, artesanatos, ferramentas e alimentos e com a economia da sociobiodiversidade, objetivando reforçar as práticas culturais e estimular a salvaguarda do patrimônio material e imaterial das comunidades participantes.  

Para dar suporte econômico e cultural ao longo do ano a esses grupos, a Rede Multiétnica oferece apoio e ferramentas às associações que os representam, entre elas, oInstituto Kabu; o projeto Mba’eapó Tenondé; a Associação Hotxuá; a Associação Hutukara e aAssociação Centro Cultural Kàjre.

“O projeto já vinha se estruturando antes mesmo da pandemia, e se torna ainda mais necessário neste momento”, explica Glaucia Rodrigues, diretora do Centro de Estudos Universais.

Para Juliano Basso, presidente da ONG Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, as aldeias indígenas e comunidades quilombolas têm, em suas riquezas culturais e ambientais, oportunidades sustentáveis de fomentar renda em benefício de seus povos.

“Há um desafio em criar capital econômico para as aldeias e comunidades, algo que não fazia parte da vida dessas populações, uma vez que tudo é monetizado atualmente. Por isso, é tão importante criar alternativas de renda que se revertam em benefícios para os indígenas e quilombolas. A aldeia tem o intuito de sensibilizar as pessoas por suas riquezas e por sua luta pela manutenção de suas crenças e formas de expressão e manifestação”, destaca.

Entre os produtos comercializados e vendidos pela Rede Multiétnica estão camisetas estampadas com elementos da cultura Mbyá-Guarani, da Aldeia da Figueira (RS); brincos confeccionados em miçangas pelas mulheres Kayapó (PA); ajakás, cestos típicos da cultura Guarani, em diferentes tamanhos, feitos de tiras de cana de taquara; cerâmicas do povo Waurá (Alto Xingu/MT); bonecas Karajás (da Ilha do Bananal), além dos produtos alimentícios do seu Otávio Kalunga, como a fava, milho de pipoca e farinha de mandioca. Os valores das peças variam de R$ 20 a R$ 1.200, com vendas no atacado e no varejo pelo site www.redemultietnica.com.br.

Aldeia Multiétnica

A Rede Multiétnica é um dos cinco projetos que integram a Aldeia Multiétnica (www.aldeiamultietnica.com.br) que, desde 2007, na Chapada dos Veadeiros, visa promover trocas e unir povos indígenas para fortalecimento de suas culturas individuais e lutas em comum, além de proporcionar a aproximação de não-indígenas com alguns destes povos.

O projeto reúne povos do Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga e Amazônia e de outros países que apresentam suas culturas de diversas maneiras (cantos, danças, gastronomia, pinturas corporais), compartilham a luta para manter sua cultura e territórios tradicionais e debatem com indígenas e não-indígenas as temáticas a respeito da realidade nas aldeias, por meio de rodas de conversa e da convivência diária durante o período dos eventos que, por conta da pandemia da Covid-19, estão suspensos, bem como em hospedagens e visitação no espaço físico da Aldeia Multiétnica.

Confira os canais da Rede Multiétnica:
Site: www.redemultietnica.com
Instagram: @redemultietnica


Awaken Talks na Veja SP!

A trajetória inspiradora de Kauê Rizk, idealizador do Awaken Talks, foi destaque na coluna A Tal Felicidade, da Veja SP.

Parabéns Kauê, uma alegria assessorar este projeto tão bacana e necessário, em parceria com meu sócio na Agência Beija-Flor PR, Felipe Boni, e com a jornalista Marlene Francisco!

E obrigada, Helena Galante, pelo espaço!

A difusão psicanalítica em tempos da cultura digital

Ainda nos tempos de Freud a Psicanálise, além de ser transmitida entre os psicanalistas (e futuros psicanalistas), era divulgada para o “público externo”. As instituições psicanalíticas eram o âmbito por excelência no qual se difundia o saber psicanalítico e as publicações impressas eram o veículo de propagação da recém-criada ciência do inconsciente.

Passados mais de 120 anos a Psicanálise ganhou o mundo, expandindo-se por quase todos os continentes, envolvendo dezenas de milhares de profissionais na sua prática clínica e construção permanente das suas teorias. A cultura digital colocou a difusão da Psicanálise em um patamar impensável há poucos anos. As fronteiras geográficas não são mais empecilho para o exercício clínico, as supervisões, a troca de informações entre os profissionais e o diálogo com as ciências e a cultura.

Que impacto a cultura digital tem gerado na difusão e na transmissão da Psicanálise? De que forma a linguagem midiática, em seu fluxo contínuo e acelerado, apoiada predominantemente nas imagens, interfere na lógica reflexiva e subjetivante característicos do fazer psicanalítico? O que as experiências dos grupos e instituições psicanalíticas tem revelado após as últimas décadas de expansão do uso das mídias sociais para a disseminação da Psicanálise na cultura?

Essas serão algumas das questões que serão postas em circulação através deste painel.

Carlos Pires Leal Diretor do Depto. de Difusão da Psicanálise SBPRJ

Painel

Laura Orsi
Coordenadora do Depto. de Psicanálise e Sociedade, Imprensa e Difusão da Associação Psicanalítica Argentina
Helena Castello Branco
Relações públicas e Assessora de Imprensa.
Carlos Pires Leal
Membro Efetivo e diretor do Depto.. de Difusão da Psicanálise da SBPRJ
Moderador:
Guilherme Salgado
Doutorando em Psicologia Clínica (PUC-Rio) e membro Provisório SBPRJ

Atividade gratuita | Vagas limitadas

Inscrições:sbprjeventos@gmail.com

Mais informações: sbprj@sbprj.org.brDepto. de Difusão da Psicanálise e Conselho Científico Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro

Ekam lança o Dia Mundial da Unidade

Evento online contará com 10 milhões de pessoas doando a energia da Deeksha simultaneamente, para impactar a consciência da humanidade

No dia 07/03, domingo, às 9h30, será lançado por Sri Preethaji e Sri Krishnaji, co-fundadores do Ekam, o Dia Mundial da Unidade. Com uma hora de duração, o evento online, ao vivo e global, contará com mais de 10 milhões de Meditadores transmitindo simultaneamente a energia espiritual da Deeksha e com as bençãos dos mestres indianos Sri Amma e Sri Bhagavan, para impactar o planeta Terra com uma reverberação capaz de mover a humanidade a estados de Unidade.

O instituto Heartmath (www.heartmath.com/) e outros institutos de pesquisa medirão o campo magnético gerado pelo impacto desta Deeksha fenomenal. Para ajudar a criar essa onda gigantesca de Unidade e gerar ainda mais poder da Deeksha, Sri Preethaji e Sri Krishnaji estão vivendo, desde o dia 13/02, em Maha Tapas, estados de consciência muito elevados.

Sri Preethaji e Sri Krishnaji são líderes espirituais, místicos e filósofos que, junto aos mestres Sri Amma e Sri Bhagavan, co-criaram o Ekam – O Campo da Unidade, um campo místico localizado perto da cidade de Chennai, no Sul da Índia. Eles acreditam que no cerne de todos os nossos problemas, sejam eles políticos, econômicos ou ambientais, está a divisão. E a solução começa com a consciência; da divisão à unidade. A Unidade é um espaço a partir do qual pode-se descobrir soluções verdadeiras. A Deeksha é um fenômeno que proporciona uma mudança neurobiológica no cérebro do receptor em direção à Totalidade. Durante a Deeksha, o cérebro e a consciência se abrem para o poder de nosso Divino pessoal.

O evento terá tradução simultânea em Português pelo canal Ekam Channel Portuguese no YouTube (https://youtu.be/wYG4kzC7qqE) e é aberto a todos que desejam participar doando ou recebendo Deeksha.

Serviço
Dia Mundial da Unidade
Evento online gratuito
Com Sri Preethaji e Sri Krishnaji, Sri Amma e Sri Bhagavan, fundadores do Ekam – O Campo da Unidade
Quando: 07 de março
Horário: 9h30
Como participar: canais do YouTube PKConsciousness (https://youtu.be/ZdegbnVhYXk – em Inglês)  e Ekam Channel Portuguese (https://youtu.be/wYG4kzC7qqE – em Português)

Organizador no Brasil: O&O Academy Brasil: www.ooacademybrazil.com/dia-mundial-da-unidade/
Site Ekam – O Campo da Unidade: https://ekam.org/

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