A Mãe Eterna: Inversão de papéis

Betty Milan lança romance biográfico sobre a sua ‘Mãe Eterna’, prestes a completar 100 anos. Texto profundo da psicanalista e escritora, que nos leva a reflexões sobre  cuidados a passagem do tempo. Li ainda no “rascunho”, enquanto viajava para a casa de Betty na Bahia e me tocou verdadeiramente. Um dos melhores livros da autora, recomendo!
Noticiazinha Betty Milan
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Betty Milan fala sobre câncer e loucura em sua nova peça

A apresentação inédita de Dora não pode morrer é uma exceção dentro da série do Itaú Cultural, que, tradicionalmente, leva ao público, todas as semanas e com entrada franca, encenações que já estiveram em cartaz

No dia 18 de agosto (terça-feira) às 20h, o Itaú Cultural recebe Dora não pode morrer, a mais nova peça de Betty Milan. Com direção de Miguel Prata e, no elenco, o Grupo Vozes, composto por Barbara Riethe, Julia Moretti, e o próprio diretor, o texto gira em torno da médica que lhe dá nome, a qual considera sua saúde é infalível, e da sua irmã Vera, que teve um câncer, se curou e obedece cegamente ao médico.

Dora está afetada por um bócio, mas, ainda assim, não se submete corretamente ao controle da tireoide que deve fazer. Pressionada por Vera, a doutora vai ao médico, o qual aventa a possibilidade de um câncer e diz que uma operação se faz urgente. A reação dela, além de inesperada, é inexplicável. Recusa-se a ser operada, porque, diz, não pode morrer. Dora, na verdade, não acredita no tratamento, já que o se pai morreu de câncer. No decorrer da narrativa, outras razões afloram do seu inconsciente e acabam revelando que a cura tanto depende do médico quanto do paciente e é necessário levar em conta a sua história subjetiva.

 

Teatro Dramático e Teatro Lírico

Em março de 2015, a escritora, psicanalista e dramaturga Betty Milan lançou pela Giostri Editora a obra Teatro Dramático e Teatro Lírico, que reúne seis peças de sua autoria, incluindo a inédita Dora não pode morrer. O teatro de Betty Milan deslanchou em 1994 com Paixão, escrita para a atriz Nathalia Timberg e encenada até hoje em vários estados do Brasil, afim de celebrar o amor. A esta peça, seguiram-se dois outros textos também de caráter lírico: Paixão de Lia (1994) e O amante brasileiro (2003), a pedido de atores do Teatro Oficina.

Em seu teatro dramático encontram-se Brasileira de Paris (2005), uma sátira da libertinagem e do machismo, e Adeus Doutor (2008), sobre uma mulher ocidental descendente de orientais que, por não se identificar com as ancestrais, não pode ser mãe. A heroína supera a impossibilidade graças a uma análise, que revela as razões inconscientes do seu drama. Na mesma trilha de Adeus Doutor, Betty Milan apresenta Dora não pode morrer, revelando a importância da história subjetiva do doente para a cura.

Ficha Técnica
Texto: Betty Milan
Direção: Miguel Prata
Atores: Grupo Vozes (Barbara Riethe, Julia Moretti e Miguel Prata)
Desenho de luz: Miguel Prata
Sonoplastia e operação de som: Fábio Carrilho
Operação de Luz: Martin Müller
Figurino: Karina Satto
Cenografia: Grupo Vozes

SERVIÇO
TERÇA TEM TEATRO
Dora não pode morrer, de Betty Milan
Dia 18 de agosto, às 20h
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: livre
Entrada franca (ingressos distribuídos com 30 minutos de antecedência)

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
www.itaucultural.org.br

Giostri Editora reúne seis peças de Betty Milan em volume único

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Betty Milan – Teatro Lírico e Teatro Dramático, lançamento da Giostri Editora, reúne as seis peças da autora paulista, incluindo a inédita Dora não pode morrer. Sua dramaturgia deslanchou em 1994 com Paixão , escrita para a atriz Nathalia Timberg e encenada em vários estados do Brasil afim de celebrar o amor :  « Se digo que te amo, é para que me digas o mesmo, para saber se entre nós há reciprocidade, se é tua a minha fissura. Sendo, eu me torno indispensável e posso momentaneamente esquecer de mim ».

A esta peça, seguiram-se dois outros textos também de caráter lírico: Paixão de Lia (1994) e O amante brasileiro (2003), a pedido de atores do Teatro Oficina. Paixão de Lia foi lido por Giulia Gam e José Celso Martinez Corrêa no Teatro da Folha. O amante brasileiro foi montado no Teatro Oficina com Ricardo Bittencourt e Luciana Domschke. Saudado pela crítica, recebeu de Zé Celso o texto “Amar é uma performance”, em que ele enfatiza a analogia estabelecida na peça entre a arte de amar e a de atuar.

Depois dos textos líricos, a autora escreveu para o teatro três peças dramáticas. Brasileira de Paris (2005) é uma sátira da libertinagem e do machismo. Tanto recusa a ideologia do libertino, que é contrária ao amor, quanto a ideologia machista, que desautoriza o desejo feminino. Teve leitura dramática no Teatro Oficina. Trata-se de uma exaltação das artes cênicas: « No teatro, a nacionalidade não importa, a liberdade reina e eu estarei longe deste teatro de loucos que é a vida. Todos se contradizem e ninguém se entende. Cada um falando uma língua diferente, verdadeira torre de Babel. O que eu quero é me entregar ao drama de uma peça de verdade e não mais ao drama da vida. E, no palco, eu nunca serei tomada por louca pelo fato de ser livre. Serei livre, simplesmente ».

Adeus Doutor (2008) diz respeito a uma ocidental descendente de orientais que, por não se identificar com as ancestrais, não pode ser mãe. A heroína supera a impossibilidade graças a uma análise, que revela as razões inconscientes do seu drama. Esta peça foi traduzida para o francês e selecionada para leitura dramática no Théâtre du Rond-Point de Paris. Seguiu-se a esta leitura a do texto em português em São Paulo, no SESC Santana, com Bete Coelho no papel da heroína e Zé Celso no do analista. Na mesma trilha de Adeus Doutor, Betty Milan escreveu Dora não pode morrer, sobre o câncer e a loucura. A peça revela a importância da história subjetiva do doente para a cura e estreia no Teatro do Itaú Cultural em agosto de 2015.

Segundo o crítico Luiz Fernando Ramos, a autora mobiliza drama e poesia para encenar sua própria voz “que se diz clara e precisa, variante, mas sempre mediada pela escuta da Psicanálise e intensificada por um olhar apaixonado. O amor, a liberdade e outros temas e tratos humanos são expostos de uma perspectiva singular”.

A obra está inserida no catálogo de dramaturgos nacionais da Giostri Editora, a única no país a investir em publicação, divulgação e distribuição deste segmento em larga escala. A Giostri tem em seu catálogo mais de 150 dramaturgos, a maioria reconhecidos nacional e internacionalmente, e mantém 13 pontos de venda em teatros do Rio de Janeiro, São Paulo e interior do Estado de São Paulo. Fundada em 2005, conta com mais de 700 publicações em seu catálogo total, em diversos gêneros.

Sobre Betty Milan

Betty Milan é paulista. Autora de romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. Suas obras também foram publicadas na França, Argentina e China. Colaborou nos principais jornais brasileiros e foi colunista da Folha de S. Paulo e da Veja. Trabalhou para o Parlamento Internacional dos Escritores, sediado em Estrasburgo, na França. Em março de 1998, foi convidada de honra do Salão do Livro de Paris e em 2015 novamente. Antes de se tornar escritora, formou-se em medicina pela Universidade de São Paulo e especializou-se em psicanálise na França com Jacques Lacan.
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Betty Milan – Teatro Lírico e Teatro Dramático
Giostri Editora, 2015
Formato: 16cm X 23cm
208 páginas
ISBN 978-85-8108-651-4
Preço: R$ 42,00
www.giostrieditora.com.br

Assessoria de Imprensa
Helena Castello Branco
Comunicação & Cultura
11 3803.9473 / 11 998.723.676
helena@bookcrossing.com.br

Salão do Livro de Paris 2015

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Betty Milan faz parte da delegação de 45 escritores que representarão o Brasil no Salão do Livro de Paris em 2015.

O anúncio foi feito hoje, em cerimônia realizada em São Paulo, pela ministra da Cultura interina, Ana Cristina Wanzeler. Os curadores do evento são a escritora e idealizadora do Fórum das Letras de Ouro Preto, Guiomar de Grammont, e o professor de Literatura na Université Paris-Sorbonne Leonardo Tonus.
A seleção dos autores é fruto de uma parceria entre a Câmara Nacional do Livro francesa e o comitê brasileiro, formado por representantes de secretarias e órgãos do Ministério da Cultura e do Ministério das Relações Exteriores e de entidades do setor.

Homenageado na 35ª edição do Salão de Paris, de 20 a 23 de março de 2015, o Brasil contará com um espaço de 500 metros quadrados e, além da venda, exposição de livros e palestras com autores convidados, terá programação cultural paralela.

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Betty Milan: A Copa é a Copa

Para Folha de S. Paulo

Em 1970, a palavra de ordem da oposição à ditadura era que se torcesse contra a seleção brasileira. Foi cumprida? Não, claro. Foi por terra ao primeiro ataque bem-sucedido. A cada gol dos canarinhos, era um festa e, no dia do tricampeonato, o país inteiro se entregou à folia.

Isso se explica pelo fato de o Braaasilll!, o país da bola, não poder ser confundido com o país oficial. Sumariamente, no seu espaço, a vitória é função do talento, e ela implica o respeito à lei, enquanto, no país oficial, há espaço de sobra para toda sorte de desmando.

Toda tentativa de sabotar o Braaasilll! para combater o país oficial é contrária à nossa imagem e aos valores que podem transformar o Brasil num país desenvolvido. No jogo, as regras são as mesmas para todos e o jeitinho não existe; a competência é um requisito básico, mas exige que se leve em conta o outro; o indivíduo é tão importante quanto o grupo, a individualidade aí se realiza sem que o individualismo possa prevalecer.

O jogo tem uma grande função educativa: ensina a respeitar a regra e dar noção de limite, indispensável à cidadania. Trata-se de um recurso poderoso na formação das crianças, pois no seu contexto a lei vigora e quem faz pouco dela é sempre punido. O jogo indiretamente ensina a dizer não e a aceitar a negativa.

As manifestações contrárias à Copa são contrárias às crianças e é bom lembrar que as despesas com a mesma são maiores do que o previsto originalmente, mas esse custo equivale a um mês de gastos com a educação no Brasil. Bastaria esse dado para ser mais do que favorável à Copa.

Além de fundamental para a formação da personalidade, o jogo também existe para suspender a beligerância –as manifestações atentam contra o próprio espírito da civilização. Em Olímpia, onde nasceram os jogos Olímpicos, todas as hostilidades, inclusive guerras em curso, eram suspensas. O ato que violasse a trégua era considerado criminoso e devidamente punido.

Podemos ser contrários ao que aí está, mas enfrentar o “status quo” opondo-se à Copa, além de inútil, é um ato masoquista. Como diz Platini, é tão importante para os torcedores virem à Copa no Brasil quanto para os muçulmanos irem a Meca. Romper a trégua com manifestações políticas é uma forma de barbárie.

A hora é de deixar a nossa grande cultura popular acontecer como pode, valendo-se da improvisação para a qual somos treinados, difundindo a alegria de que somos capazes e de que o resto do mundo precisa.

De 1995 para cá, o futebol mudou. Depende menos do jogador do que do técnico e do time. Mas, apesar da globalização, o estilo brasileiro continua a se manifestar. As jogadas de Neymar e as pedaladas de Robinho são a prova disso. Não brincam como Garrincha, porém, como este, se valem do jogo para se divertir e levar o público ao delírio da alegria.

Evocando a tradição ocidental da trégua sagrada, devemos proteger o campeonato do mundo e torcer por um jogo limpo como o de Pelé. Exercitava-se para mostrar que mais vale um bom drible do que um chute na canela. Quando jogou pelo Santos contra uma equipe francesa no Parc des Princes, foi atacado por um beque que o chutou indiscriminadamente. Partiu para a luta, aplicando uma série desmoralizante de dribles. Fez valer a Moral do Jogo, que exige o jogo para ganhar. Lembrou que, além de vivermos num país onde penamos por causa da injustiça social e da insegurança, somos súditos de uma monarquia da qual ele é o rei.

BETTY MILAN, 69, é escritora e psicanalista, autora de “O País da Bola“, entre outros.

A Copa é Copa, Betty Milan

Carta ao filho, livro de Betty Milan (Record)

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“ANTES de ter que me curar do apego a você, foi preciso te engendrar, e não foi fácil. A concepção se impôs quando o seu pai expressou o desejo de ter um filho. Ouvi e estranhei. No dia seguinte, me ocorreu que eu não me lembrava da canção de ninar da mãe e não saberia o que cantar para a criança. Disse exatamente isso a Lacan, que respondeu: “Para o filho, você inventa uma canção nova”. Falou e suspendeu a sessão.

Achei a resposta bonita, porém saí sem entender. Por que o corte tão abrupto? O que Lacan queria que eu percebesse? Só na rua, depois da sessão, entendi que não é preciso fazer o que a mãe fez. Agora, escrevendo para você, entendo que a mãe não deve se servir de nenhuma outra como modelo. Cada filho sendo único, a mãe terá que ser única também. Isso significa que ela só aprende a ser mãe, sendo – aprende com o filho.”

A mãe, nua e crua
Herdeiras da revolução sexual, elas aprenderam a reconhecer e exercer seu desejo, mas ainda se debatem entre modelos de maternidade. A mãe santa, puro sacrifício pelo filho. A boa mãe, que tudo aceita e nada limita. A mãe nula, que se anula e perde tudo o que foi conquistado pelas mulheres na sociedade. Ou a que insiste na liberdade sexual, mas vive envolta em culpa e segredo.

Neste livro, é a ousadia que vigora. Partícipe da revolução sexual e de outras revoluções políticas e comportamentais contemporâneas, a autora vive as conquistas das mulheres e recusa a pressão social que pretende fechar a mãe numa clausura. Sua Carta ao filho é uma reflexão séria e profunda sobre a condição materna neste século, desde os prazeres da Madona com seu rebento no seio, até as dores da entrega do filho ao mundo, passando, é claro, pelos desafios da formação do filho pelos pais.

Nessa trajetória, as teorias não têm vez. É do vivido que saem as descobertas. Que não existe modelo de maternidade, por exemplo, pois, se o filho é um, também a mãe tem de ser uma – e mesmo uma diferente com cada filho. Que da escuta do filho depende a conduta adequada da mãe na relação dos dois. Até a doída surpresa do momento em que o filho diz da namorada “Ela é a mulher da minha vida, mãe”, e esta se pergunta: “E eu?”.

Tudo o que palpita na sociedade e no inconsciente está na pauta da vida e da literatura de Betty Milan, médica, psicanalista, escritora que se expressa no romance e no teatro por meio da autoficção. Nesta Carta ao filho, sua incursão chega a um axioma libertador: para ser boa mãe, não há regra nenhuma, apenas a escuta do filho. Ou seja, ninguém ensina a ser mãe.

Livre do tabu de que a mãe tem de ser infalível, Betty Milan comunica às mães essa libertação.

Carta ao filho
Betty Milan
160 páginas
Preço: R$ 29,90
Grupo Editorial Record / Record

Assessoria de Imprensa
Helena Castello Branco
Comunicação & Cultura

“A vida é um teatro” estreia sob a direção de Betty Milan

Tendo o amor, o ciúme, o masoquismo, o preconceito sexual e a infidelidade como temas, A vida é um teatro estreia em curta temporada no Teatro da Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis (São Paulo/SP). Trata-se de uma adaptação do livro Quem ama escuta, da escritora e psicanalista Betty Milan. Além de ter feito a adaptação, Betty Milan assina a direção do espetáculo. A vida é um teatro reúne as crônicas mais expressivas do seu Consultório Sentimental publicado em Veja.com.

A autora tratou as crônicas como pequenas cenas, em que há um consulente, um consultor e uma personagem cuja função é a do coro, A Voz. Nas dez cenas, o consulente faz uma pergunta ao consultor, e este responde. Trata-se sempre de uma questão subjetiva : “Quero me casar, mas não consigo ser fiel. Tem solução?” ou “Estou apaixonado, apesar de velho. O que eu faço?” ou “Sinto ciúme, embora não tenha razão alguma para isso. Como me curar?”. Depois da resposta do consultor, fala A Voz, ora fazendo a sátira do que foi dito, ora dizendo o que nem o consulente e nem o consultor ousaram dizer. A Voz faz escutar o que habitualmente não se diz e, no entanto, nos determina.

Do começo ao fim da peça, os atores ficam diante de um púlpito com o texto, que é tratado como uma partitura. Como o cantor, o ator entrega o texto ao público com a voz. “Um procedimento que faz o drama existir através das palavras, além de garantir o distanciamento requerido por uma escuta crítica”, explica a autora.
A vida é um teatro é a primeira peça do Grupo Vozes, que se dispõe a fazer muito com pouco – pouco figurino, pouco cenário e poucos artifícios –, exigindo o máximo do texto e do ator.

Após as quatro primeiras apresentações (04/08, 05/08,11/08 e 12/08) haverá um debate com Betty Milan.

A vida é um teatro
Texto e direção: Betty Milan
Grupo Vozes: Fábio Carrilho (Consultor), Miguel Prata (Consulente) e Barbara Riethe (A Voz)
Datas: 04 a 26 de agosto
Horários: sábados às 20h e domingos às 18h
Local: Teatro da Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 – piso Pacaembu – Higienópolis – São Paulo/SP
Ingressos: R$20,00 (meia) e R$40,00 (inteira)
Duração: 50 minutos
Debate com Betty Milan após as apresentações dos dias 04/08, 05/08, 11/08 e 12/08
Faixa etária: 12 anos
Gênero: drama
Capacidade: 65 lugares
Área para fumantes: não
Estacionamento no local: sim
Acesso para deficientes: sim
Ar condicionado: sim
Rstaurante: não

Assessoria de Imprensa
Helena Castello Branco
Comunicação & Cultura