Entrevista ao Letras e leituras

Fui entrevistada pela jornalista Mona Dorf, do programa Letras e Leituras, da Rádio Eldorado, falando sobre o movimento BookCrossing e minhas preferências de leitura.

Ouça a entrevista aqui.

Helena Castello Branco, gestora do movimento BookCrossing


Helena Castello Branco

Gestora do BookCrossing aqui no Brasil. Relações Públicas, formada pela Cásper Líbero com especialização em Gestão de Projetos Culturais e Eventos pela ECA/USP.

Confira a primeira parte da entrevista.

Explica como ocorreu essa ação e qual foi o impacto na cidade?

Essa ação surgiu a partir de um convite da Secretaria de Estado da Cultura para que o BookCrossing fizesse parte do evento com algum tipo de ação. Eu sugeri que deixássemos livros em alguns lugares como a praça, lojas de artesanato, cafés, restaurantes, gratuitamente, para que moradores, turistas e participantes do festival pudessem pegar para ler. O impacto foi bem positivo, deu para perceber que as pessoas gostam mesmo de leitura, gostam de livros, e até mesmo as crianças quiseram pegar seus livros. Uma surpresa para a população foi o fato do livro ser gratuito: as pessoas nos perguntavam se era verdade, se elas podiam realmente levar para a casa, se não precisava pagar… E a gente respondia que sim, os livros eram gratuitos, elas podiam levá-los se quisessem. A única coisa que pedíamos é que depois da leitura elas passassem o livro para frente.

Como e onde funciona o movimento BookCrossing?

O movimento BookCrossing surgiu em 2001 nos EUA e chegou no Brasil também neste ano. Em 2003 houve um boom em diversos países do mundo devido a uma campanha feita pelo 11 de setembro. O BookCrossing espalhou-se rapidamente pela Europa, Austrália, Canadá e está presente em 140 países.O movimento tem um conceito básico, que é o “Leia, Registre e Liberte”, ou seja, leia um bom livro, entre no site BookCrossing.com, registre o livro e deixe um comentário (por exemplo: por que você leu o livro, quais foram as suas impressões…) e depois deixe o livro em um local público para que outro leitor possa encontrá-lo. O leitor que encontrar deve repetir a ação; ler o livro, deixar um comentário na Internet (por exemplo onde que achou o livro, qual foi sua reação, e qual será o próximo destino do exemplar) e passá-lo novamente adiante. A idéia é que o livro possa circular livremente, passando pela mão de diferentes leitores e sendo reaproveitado.

E a Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier? Qual é sua relação com ela?

Depois que acabou o festival, alguns moradores do distrito de São Francisco Xavier, inclusive o mantenedor da Biblioteca Solidária, manifestaram interesse em continuar a distribuição gratuita de livros. Decidimos criar na Biblioteca uma Zona Oficial de BookCrossing, que é uma outra forma de libertar livros: ao invés de serem deixados em lugares públicos eles vão para as Zonas de BookCrossing. Então quem quer achar um livro do BookCrossing não precisa sair pela cidade para ver se encontra um exemplar em alguma praça, mas pode ir a uma Zona de BookCrossing pois lá ele sabe que vai encontrar livros gratuitos.

Qual foi o maior desafio em montar a Zona Oficial de BookCrossing em São Francisco Xavier?

A Biblioteca foi cadastrada no BookCrossing.com e entrou para uma lista com outras centenas de Zonas de BookCrossing que existem ao redor do mundo. Aqui no Brasil é o terceiro espaço deste tipo: há também uma Zona na cidade de São Paulo, na Central das Artes, e outra no Rio de Janeiro, no Lunático Café. Esses lugares tem que estar sempre abastecidos com livros, então eu me comprometi a mandar todo mês alguns exemplares para a biblioteca.

Que tipo de livro é enviado para a Zona de BookCrossing de São Francisco Xavier?

Todos os tipos, desde infantis até livros técnicos e em outras línguas, passando por romances e clássicos da literatura. Nós também aceitamos doações: quem tiver livros parados na prateleira, empoeirando, sem uso, e quiser compartilhá-los com outras pessoas através do movimento BookCrossing, entre em contato pelo e-mail bookcrossing@click21.com.br. Ou, se quiser fazer parte da comunidade, entre no site http://www.bookcrossing.com, registre os livros e depois passe adiante ou troque com outros usuários.

Por que você resolveu abarcar este projeto?

Existem várias razões, Mona. Hoje em dia fala-se muito em redução do impacto ambiental, da nossa pegada no planeta. Quando ouvi falar do BookCrossing percebi que tinha muito a ver com esse apelo ecológico e com várias outras questões que discutidas na área cultural, como a má distribuição dos bens culturais, a falta de acesso da população, o preço elevado dos livros, do cinema, do teatro etc. Este é um projeto que proporciona a circulação dos bens e o acesso. A cultura é tão necessária para o indivíduo quanto a saúde, o esporte e a educação. Então, também tem que haver mais investimento nesta área.

Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Helena Castello Branco citados no programa:

O que você está lendo no momento?
Estou sempre lendo vários livros, mas vou citar apenas um, que é Stupid White Man, do Michael Moore. Ele faz uma critica bem humorada aos EUA, mostrando que a nação que é a maior potência mundial tem problemas parecidos com os do terceiro mundo, como fraudes em eleições, corrupção e programas sociais deficientes.

O que pretende ler?
Cem Anos de Solidão, do Gabriel García Márquez, e Metamorfose, do Franz Kakfa.

Livros marcantes da infância e adolescência?
Na infância, li e reli histórias da Walt Disney, eu tinha várias coletâneas com Branca de Neve, Pinóquio, Cinderela etc., e também: A reforma da natureza, do Monteiro Lobato. Na minha adolescência dois livros marcantes foram Dicionário de Ballet, de Madeleine Rosay, e Tudos, o segundo livro de poemas do Arnaldo Antunes.

Obra ou autor que mudou sua forma de enxergar o mundo
Do Jardim do Éden à Era de Aquarius, de Greg Brodsky, um livro bem interessante sobre terapias e medicina alternativa, e aborda desde plantas medicinais até do-in, hidroterapia e meditação.

Biblioteca básica
Clássicos da literatura. Machado de Assis e João Guimarães Rosa são leituras fundamentais.

Romance do Coração
Romeu e Julieta de Shakespeare.

Gênero predileto
Conto.

Gosto muito
Do Manuel Bandeira.

Um livro de verão
O livro vermelho dos pensamentos de Millôr, de Millôr Fernandes. São trechos de entrevistas, com o bom humorado característico do escritor.

Uma descoberta recente
Nicolas Behr. Achei maravilhoso o livro de poesias Laranja Seleta, que conheci por acaso recentemente.

Nota de rodapé
Ler não é andar sobre as palavras, mas agarrar a sua alma. Paulo Freire.

 

Casulo Web Design desenvolve o website oficial da cidade de Paraty e da Mauro Munhoz Arquitetura

A agência de multimídia Casulo Web Design assina o desenvolvimento dos websites da Mauro Munhoz Arquitetura e da cidade de Paraty (RJ), que vão ao ar neste mês de outubro.
O site oficial de Paraty traduz o folclore, as cores, as paisagens e a natureza locais. É um guia completo com dicas de gastronomia, arte e música, além de um mapa cultural com os principais ateliês, monumentos históricos e alambiques. Há ainda um calendário com datas de eventos, como a da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) e fotos do acervo da Fundação Casa Azul. A criação ficou por conta do designer Kiko Farkas.
Já o site da Mauro Munhoz Arquitetura transmite a simplicidade, a clareza e a integração com o meio ambiente presentes no trabalho do arquiteto e mostra seus projetos comerciais (Hamburgueria Nacional, Haras Polana e Ráscal), institucionais (Museu do Futebol no Estádio do Pacaembu e FLIP) e residenciais. A criação é do arquiteto Dárkon.
Agência reformula seu site
Com novas tecnologias, a Casulo Web Design também reformulou seu website, que ganhou um ar mais arrojado e inovador. No portfólio de clientes, há desde personalidades, como o escritor Millôr Fernandes e o cineasta José Mojica Marins, até empresas como Braskem, UOL e Universidade Anhembi Morumbi. Em Propaganda e Marketing, a Casulo atende a Giacometti Propaganda, para a qual produziu o Hot Site Chá Verde Shefa.
A Casulo Web Design foi criada em 2000, por Eduardo Castello Branco, Diretor de Projetos Videográficos, e Bernardo Castello Branco, Diretor de Criação e Captação de Novos Projetos. É vencedora de diversos prêmios, entre eles o Melhor Agência no I Best 2003. Em 2006, a empresa associou-se ao jornalista Roberto Miller Maia e lançaram a produtora de podcasts e videocasts Pode!.

Fichas técnicas
Cidade de Paraty
Desenvolvimento: Casulo Web Design
Criação: Kiko Farkas
Conteúdo: Fundação Casa Azul

Mauro Munhoz Arquitetura
Desenvolvimento: Casulo Web Design
Criação: Dárkon
Conteúdo: Fundação Casa Azul

Agência Pode! produz podcasts e videocasts para a campanha Fiat 30 anos


A Agência Pode! assina a produção dos podcasts e videocasts que foram lançados no site da campanha Fiat 30 anos. Com direção de criação de Roberto Miller Maia, as novas mídias serão atualizadas durante oito semanas consecutivas e falam de otimismo em relação ao futuro, de acordo com os registros em forma de texto, vídeo e áudio deixados por internautas no site da campanha, criada pela Agência Click.

Os podcasts e videocasts poderão ser ouvidos na própria web ou baixados para um computador. Os links para download através de um agregador são http://www.fiat30anos.com.br/podcast/podcast.xml (podcast) e http://www.fiat30anos.com.br/videocast/videocast.xml (videocast).

A Agência Pode!, especializada na produção de podcasts e videocasts, foi criada em janeiro de 2006 e oferece soluções rápidas, criativas e com qualidade para os segmentos corporativo e de personalidades. Além de Roberto Miller Maia, a agência tem como sócios Bernardo Castello Branco, diretor de projetos, e Eduardo Castello Branco, diretor de tecnologia.

Customização

Podcast é um arquivo digital com uma mensagem sonora, geralmente em formato mp3. O termo surgiu em 2004 da combinação das palavras iPod (tocador de mp3 da Apple) e broadcast (transmissão de um evento para um grande número de pessoas), quando o uso da tecnologia RSS (Really Simple Syndication) tornou-se popular.

Essa tecnologia permite ao usuário, após escolher seus podcasts favoritos, ter uma seleção de informações customizada e saber quando elas foram atualizadas. A escolha é feita em um agregador (programa como iTunes e iPodder), que necessita ser instalado no computador do usuário, e faz o download de novas versões automaticamente. Os podcasts ficam então armazenados para serem ouvidos quando, como e quantas vezes o internauta quiser e na plataforma que lhe for conveniente (computador, tocador de mp3, celular, cd, etc).

“A informação digital já existe há muito tempo, mas estava dispersa pela internet. Com o RSS e o agregador, os dados são reunidos de maneira prática e o usuário fica sabendo quando foram atualizados, o que é o mais interessante desta novidade”, comenta Maia.

As aplicações do podcast são inúmeras. Ele serve, por exemplo, de base para a rádio digital: “A rádio do futuro será aquela que você monta de acordo com sua conveniência, selecionando músicas, entrevistas e programas favoritos, colocando-os numa seqüência e ouvindo quando quiser”, esclarece Maia. Outra questão fundamental para o futuro do rádio é que os programas se tornam eternos ao serem arquivados: “Entrevistas e outros materiais riquíssimos não serão mais perdidos. Isto não é o que acontece hoje com a rádio convencional, que praticamente só é ouvida no momento em que é transmitida”.

Outras áreas, como a do ensino, também ganham inúmeras possibilidades com o podcast. O aluno poderá ver uma aula que perdeu por meio de um arquivo fácil de acessar e com todo o conteúdo transmitido em sala de aula. No mercado corporativo, servirá para palestras motivacionais, cobertura de eventos, comunicações internas, vinhetas, audiobooks, jingles e entrevistas. É também uma nova mídia a ser explorada pelas agências de propaganda, que podem utilizá-la para lançar produtos e até direcionar verbas de clientes para o patrocínio de programas de rádio digitais.

O podcast já está sendo utilizado por grandes empresas dentro e fora do Brasil, como IBM, Absolut, Virgin, Oracle, Heineken, Volkswagen, Purina, Nestlé, Roche, GM e Kaiser. “Essa tecnologia será cada vez mais freqüente na vida das pessoas e logo entrará de forma automática no cotidiano do internauta, como aconteceu com a própria rede”, acrescenta Maia. “Graças a essa automação, o podcast será utilizado em grande escala.”

“O crescimento será muito rápido”, acredita Bernardo. “Só nos EUA 35 milhões de MP3 players já foram vendidos e existem mais de 12 milhões de usuários do programa iTunes. Aqui já foram comercializados 2,8 milhões de tocadores, 15 mil podcasts pessoais e corporativos foram transmitidos e existem dois milhões de ouvintes”, continua. “A informação sonora é mais fácil de ser digerida, já que pode ser ouvida enquanto você trabalha, dirige ou pratica esportes.”

A Pode! também produz videocasts, um podcast em forma de vídeo que começa agora a dar seus primeiros passos no Brasil.

Agencia Pode! estreia no mercado de podcasts corporativos e pessoais

Agência Pode!: Roberto Maia, Eduardo e Bernardo Castello Branco

Uma nova produtora de conteúdo para podcast acaba de entrar no mercado. Batizada de Pode!, oferece soluções rápidas, criativas e com qualidade voltadas para os segmentos corporativo e de personalidades. A equipe da Pode! traz na bagagem o diferencial de ter trabalhado com música e produção de rádio, TV e mídias digitais. “Nossa experiência artística favorece o trabalho com podcast, que nada mais é que a união de tecnologia e arte”, afirma Bernardo Castello Branco, diretor de atendimento da empresa. Responsável pela direção de criação, o jornalista Roberto Miller Maia é quem faz o tratamento estético e sonoro das mensagens: “Usamos toda linguagem necessária para que o podcast seja útil, rápido e divertido de ser ouvido”, explica. Completa o time o designer multimídia Eduardo Castello Branco. Como diretor de produção, cuida para o que arquivo final tenha a melhor qualidade possível.

Bernardo e Eduardo são irmãos e também sócios da premiada agência Casulo Web Design, onde desenvolvem websites e serviços online e multimídia para artistas e empresas. Entre os prêmios recebidos estão seis iBest para o portal do jornalista e escritor Millôr Fernandes. Decididos a ampliar o negócio, chamaram Maia, que também é jornalista, para fazer parte da sociedade: “Tínhamos contato com ele desde a época em que era diretor artístico da Brasil 2000 FM. Em junho de 2005, Maia já estava fazendo e colocando seus podcasts pessoais na rede. Tivemos a idéia de unir nossa estrutura, conhecimento e network com a dele, que além de ser um profissional reconhecido no meio musical e jornalístico, é um dos maiores pesquisadores e colecionadores de música do Brasil”, diz Eduardo.

Customização

Podcast é um arquivo digital com uma mensagem sonora, geralmente em formato mp3. O termo surgiu em 2004 da combinação das palavras iPod (tocador de mp3 da Apple) e broadcast (transmissão de um evento para um grande número de pessoas), quando o uso da tecnologia RSS (Really Simple Syndication) tornou-se popular.

Essa tecnologia permite ao usuário, após escolher seus podcasts favoritos, ter uma seleção de informações customizada e saber quando elas foram atualizadas. A escolha é feita em um agregador (programa como iTunes e iPodder), que necessita ser instalado no computador do usuário, e faz o download de novas versões automaticamente. Os podcasts ficam então armazenados para serem ouvidos quando, como e quantas vezes o internauta quiser e na plataforma que lhe for conveniente (computador, tocador de mp3, celular, cd, etc).

“A informação digital já existe há muito tempo, mas estava dispersa pela internet. Com o RSS e o agregador, os dados são reunidos de maneira prática e o usuário fica sabendo quando foram atualizados, o que é o mais interessante desta novidade”, comenta Maia.

As aplicações do podcast são inúmeras. Ele serve, por exemplo, de base para a rádio digital: “A rádio do futuro será aquela que você monta de acordo com sua conveniência,  selecionando músicas, entrevistas e programas favoritos, colocando-os numa seqüência e ouvindo quando quiser”, esclarece Maia. Outra questão fundamental para o futuro do rádio é que os programas se tornam eternos ao serem arquivados: “Entrevistas e outros materiais riquíssimos não serão mais perdidos. Isto não é o que acontece hoje com a rádio convencional, que praticamente só é ouvida no momento em que é transmitida”.

Outras áreas, como a do ensino, também ganham inúmeras possibilidades com o podcast. O aluno poderá ver uma aula que perdeu por meio de um arquivo fácil de acessar e com todo o conteúdo transmitido em sala de aula. No mercado corporativo, servirá para palestras motivacionais, cobertura de eventos, comunicações internas, vinhetas, audiobooks, jingles e entrevistas. É também uma nova mídia a ser explorada pelas agências de propaganda, que podem utilizá-la para lançar produtos e até direcionar verbas de clientes para o patrocínio de programas de rádio digitais.

O podcast já está sendo utilizado por grandes empresas dentro e fora do Brasil, como IBM, Absolut, Virgin, Oracle, Heineken, Volkswagen, Purina, Nestlé, Roche, GM e Kaiser. “Essa tecnologia será cada vez mais freqüente na vida das pessoas e logo entrará de forma automática no cotidiano do internauta, como aconteceu com a própria rede”, acrescenta Maia. “Graças a essa automação, o podcast será utilizado em grande escala.”

“O crescimento será muito rápido”, acredita Bernardo. “Só nos EUA 35 milhões de MP3 players já foram vendidos e existem mais de 12 milhões de usuários do programa iTunes. Aqui já foram comercializados 2,8 milhões de tocadores, 15 mil podcasts pessoais e corporativos foram transmitidos e existem dois milhões de ouvintes”, continua. “A informação sonora é mais fácil de ser digerida, já que pode ser ouvida enquanto você trabalha, dirige ou pratica esportes.”

A Pode! também produzirá videocasts, um podcast em forma de vídeo que começa agora a dar seus primeiros passos no Brasil.

Roberto Miller Maia

Atua como jornalista da área cultural há 23 anos e é engenheiro pioneiro em projetos multimídia. Escreve e já escreveu para diversos veículos como Bizz, Guitar Player, Folha de São Paulo e site Oba Oba. Foi produtor das TVs Cultura e Bandeirantes e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Anhembi Morumbi (SP). É apontado pela revista inglesa Record Collector como um dos grandes conhecedores de música pop do mundo. Possui uma das maiores coleções musicais do Brasil: seu acervo particular reúne mais de 50 mil títulos. Trabalhou por 13 anos como diretor artístico da Brasil 2000FM e recebeu duas vezes o prêmio APCA pela linguagem inovadora da rádio. Como diretor musical da gravadora Ouver foi responsável por mais de 120 lançamentos de discos e DVDs, dos mais diversos gêneros É autor do livro Rock Brasil, um giro pelos últimos 20 anos (Ed. Esfera).

Ouça podcasts de Roberto Miller Maia AQUI

Eduardo Castello Branco

Formado em design digital com especialização em vídeo. Atua na área de multimídia desde 1995. É sócio fundador da Casulo Web Design, agência que tem entre seus clientes o grupo petroquímico Braskem e o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão.

Bernardo Castello Branco

Formado em lingüística, foi diretor de arte da CBBA/Propeg, onde desenvolveu trabalhos para clientes como Philco, Leite Paulista e Reckitt & Colman. Depois, na agência Adex, trabalhou para a conta do Governo do Estado de São Paulo. É sócio fundador da Casulo Web Design.